Considera a Fonte

Preocupamo-nos demasiado em saber “para onde vamos”, e esquecemo-nos facilmente “de onde viemos”.

Se considerarmos “onde temos estado”, e aquilo que Deus tem feito “em” e “por nós”, para “estarmos, hoje, onde estamos”, encontraremos forças para a nossa jornada da vida. 

“no principio criou Deus os céus e a terra” Génesis 1:1. “Criou os céus e as aves” (v.11) e as “criou para voarem”… (v.20.) E depois Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra”. (V.26).

Deus é a Fonte – E todos nós devemos considerar Quem é a Fonte.

Deus é a nossa Fonte de Vida, e quando nos congregamos, fazemo-lo por considerar isso.

Nós somos recursos limitados, porém, Deus é a Fonte ilimitada.

O salmista diz no Salmo 103:1 –5 “Bendiz, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu santo nome. Bendiz, ó minha alma, ao SENHOR, e não te esqueças de nenhum de seus benefícios. É ele que perdoa todas as tuas iniquidades e sara todas as tuas enfermidades. Quem redime a tua vida da perdição e te coroa de benignidade e de misericórdia. Quem enche a tua boca de bens, de sorte que a tua mocidade se renova como a águia.

Não te esqueças de onde vieste!

Existem formas da nossa fé não ser afectada por nos lembrarmos “de onde viemos”.

 

Coloca a tua situação na perspectiva correta.

Deus diz em Isaías 51:1-3: Olha para a rocha de onde foste cortado e para a caverna do poço de onde foste cavado. Olhai para Abraão,... eu o chamei, e o abençoei, e o multipliquei...Porque o SENHOR consolará a Sião, e consolará a todos os seus lugares assolados, e fará do seu deserto, o Éden e da sua solidão, como o jardim do SENHOR; Gozo e alegria se acharão nela, açcões de graças e voz de cântico.”

Deus recorda aqui ao povo de Israel, que apesar de estarem no cativeiro da Babilónia, ainda estavam sob as bençãos e as promessas que Deus tinha feito a Abraão. Lembrou-lhes que apesar de Abraão ser um homem, tinha feito dele uma nação, e que através dele todas as outras nações da terra seriam abençoadas. Entre essas bençãos, estava a promessa da libertação do seu povo. 

· Deus quis ensinar, que o povo precisava de ter a perspetiva adequada, de que “OS GRANDES FEITOS, TÊM PEQUENOS COMEÇOS ”

· De que Deus pode fazer mais num momento, do que o esforço do homem pode fazer numa vida inteira.

· De que Ele é a nossa Fonte de esperança para podermos avançar. Ele sempre se está movendo e falando nas nossas situações “impossíveis”.

2. Mantém a tua mente em perfeita paz.

Mateus 6:25-34; Lucas 12:22-31

Não estejas ansioso com as coisas básicas da vida. Deus não diz que não te preocupes com isso, mas sim, que não te consumas com as circunstâncias que te rodeiam.

Deus nos alerta que olhemos para além de nós mesmos e das nossas situações.

Deus disse a Abraão “para olhar para as estrelas do céu” quando ele tinha os pés na areia. Retira o foco de ti mesmo, de tudo aquilo que fazes. Isso te fará livre de andares ansioso.”

Trabalha, mas não vivas ansioso, porque a ansiedade não produz bom fruto. 

Olha para a Fonte de onde A benção vem!

Porquê correr atrás de algo que Deus já prometeu?

Lembra-te de que Deus prometeu às aves do céu o suficiente para comer, e às flores do campo o suficiente para se vestirem. Não providenciará para nós, os seus filhos, que somos para Ele mais valiosos do que as flores e as aves?

Lembra-te! “A ansiedade não retira do teu amanhã, a tristeza, mas te esvaziará hoje da tua força”.

Deus não nos pode dar da Sua Paz, se não considerarmos que Ele é a fonte da nossa paz.

Passar tempo na presença de Deus, até mesmo vir à igreja, é um pequeno sinal de que Lhe estamos a dar a prioridade. Ele deve ser o número 1 das nossas vidas. Quando fazemos isso, mantemos a nossa mente em perfeita paz.

Deus quer trazer-te de volta ao teu lugar

Lucas 15:1,4-7; Mateus 18:12-14

Na parábola do filho pródigo, o filho mais novo gastou tudo o que o pai lhe tinha dado, a seu pedido. E voltou para casa, quebrantado e em desespero. Quando voltou o pai não lhe exigiu a retribuição, pelo contrário, celebrou o seu regresso. Esta atitude desgostou o seu irmão mais velho.

O filho mais novo tinha posto mais ênfase nos recursos que na Fonte, que gera esses recursos.

Muitas vezes o melhor que nos pode acontecer é “perdermos todos os nossos recursos”, porque isso provoca que caiamos em nós mesmos, e para que consideremos o quão longe estamos de Deus, a nossa Fonte.

Tal como as plantas quando são arrancadas da terra, morrem, e o mesmo acontece com os peixes quando são retirados do mar, assim também, nós quando nos afastamos de Deus, morremos espiritualmente.

Precisamos de considerar a Fonte! 

Voltemos à Rocha da nossa Salvação! 

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