Em bicos de pés, à borda da Eternidade

ENTENDENDO OS “SÁBADOS” DA NOSSA VIDA


Sábado, segundo a Bíblia é o Sabath, é o tempo de repousar, descansar dos seus trabalhos. É tempo para estar com Deus, ouvi-Lo, falar com Ele. Todos sabem que os sábados antecedem os domingos.
E na vida espiritual, eles são “o espaço” entre a promessa e o cumprimento da promessa de Deus.

Muitos dizem, "O sábado é a melhor coisa do mundo! Eu vou dormir mais! Eu vou andar de bicicleta!...” Outros dizem “Para mim, não há regras ao sábado! Uau, eu gosto tanto dos sábados!..." Mas precisamos de saber que os sábados também poderão ser terreno inexplorado, difícil, acidentado… 

E eu hoje quero falar sobre o “sábado” como uma analogia para o período em que estamos a viver. Todos nós sabemos que Jesus morreu numa sexta-feira, e que ressuscitou num domingo, o domingo de Páscoa! Falamos muito sobre esses dois dias. Certo? Por que sexta-feira santa foi trágico, foi chocante para os discípulos de Jesus. (Para nós, hoje, já não há poder nisso, por causa da Cruz). Falamos também bastante sobre o domingo, porque, pelo poder de Deus, Jesus levantou-se dos mortos! Ele levantou-se e derrotou a sepultura! Ele venceu o Diabo, apagou a escuridão da morte, e manifestou a Luz da Vida, para sempre! Domingo é sinónimo de Vida, de Ressurreição

Jesus trouxe-nos a imortalidade, a Vida eterna! E esse é o Seu Evangelho que anunciamos!
Mas não podemos falar o suficiente sobre o domingo, se nos esquecermos do que aconteceu na sexta-feira, quando Jesus foi pregado naquela Cruz, (estas são as palavras de ouro do Gólgota), e do que aconteceu no sábado seguinte. Esse sábado estava bem ali, no meio! Lá estava o SÁBADO!

Meditando sobre o Sábado da Páscoa

Como teria sido esse SÁBADO para os primeiros discípulos de Jesus? Teria sido um dia de desilusão? Por quê? Porque na sexta-feira Jesus tinha prometido: "Não se preocupem! Eu vou voltar. Eu vou morrer, mas três dias depois eu vou ressuscitar de entre os mortos!" 
Mas nesse sábado, tudo aquilo que Jesus dissera, parecia realmente improvável. O seu corpo estava frio no túmulo. Estava envolto em especiarias e envolto em faixas de pano, mumificado, como era costume nessa época! Depois fizeram rolar uma grande pedra, para servir de porta ao seu túmulo.
Para além de tudo isso, foram colocados guardas romanos nessa porta do túmulo. Quem ousaria passar por eles? Nesse sábado, parecia que todas as promessas de Jesus tinham caído por terra!...

Vivenciando o nosso “Sábado”, hoje. 

Hoje, também estamos a viver um tempo de “Sábado”. É o tempo entre uma Promessa de Deus e o seu cumprimento. Jesus ressuscitou, ascendeu ao Céu e prometeu que vai voltar. Mas Ele não voltou ainda, não é? As pessoas, no “sábado”, são tentadas a desistir da Sua promessa, ou a explicá-la. Muitos deixam de acreditar, de ter esperança, de mantarem a sua lâmpada acesa, de “apararem” os seus pavios, de encherem as suas lâmpadas com azeite!...

Sábado é a promessa de um novo corpo. Para aqueles que estão “paralisados” pela enfermidade, o sábado é a Esperança de que toda a dor vai acabar…
Sábado é o lugar do vazio. É como aquela promessa que alguém faz ao seu filho, de que um dia, o pai ou a mãe que o deixou, vai voltar. Para esse filho, o “sábado” de agora, é apenas “história, fotos e vídeos”... É sábado!... Sábado é difícil, e é fácil ficarmos desanimados!
Por isso para passarmos pelo “SÁBADO”, para torná-lo “melhor”, é preciso que abramos bem as pupilas da nossa alma e deixemos entrar toda a Luz de Deus. Necessitamos tanto disso!...

QUAL É A PERSPECTIVA CORRECTA PARA ENFRENTARMOS O NOSSO “SÁBADO”?

  1. Em bicos de pés, à beira da Eternidade!

Eu explico. Quando nos colocamos em bicos de pés é para vermos melhor ou conseguirmos chegar a algo que está fora do nosso alcance. No estudo anterior em que falei sobre a necessidade de termos “um olhar de leão”, vimos que uma das características dos olhos do leão é que as suas pupilas se dilatam, ficam maiores, e também atingem maior fluxo de luz, vendo bem ao longe e ao escuro. Espiritualmente falando, também quando as nossas pupilas se dilatam, podemos deixar entrar mais luz. E é disso que necessitamos! Para andarmos com Deus, em Fé, precisamos desse “olhar de leão”, vermos mais além, para vermos até nas situações mais escuras da nossa vida.

Os olhos dos gatos são também seis vezes mais sensíveis à luz do que os dos homens. As suas pupilas são maiores, três vezes mais amplas do que a dos seres humanos. Eles têm maior percentagem de hastes, por isso não vêm tão bem as cores, mas têm melhor visão no escuro. Na camada reflexiva das células que estão por detrás da retina, a luz salta através dela, e o brilho pode ser absorvido duas vezes mais no escuro. As manchas brancas que estão no olho do leão ou do gato, reflectem essa luz fraca no seu olho, mas elas melhoram incrivelmente a sua visão nocturna, podendo ver muito bem, ao longe, e em grande detalhe.
Espiritualmente falando, é dessa visão que precisamos para termos a coragem e a força para alcançarmos o cumprimento das promessas de Deus. É viver em Fé, em expectativa daquilo que Deus nos tem prometido, em bicos dos pés à beira da eternidade.Toda a criação está na ponta dos pés para ver a maravilhosa vista dos filhos de Deus, vista por eles mesmos." (J. B. Philips).

  1. Lidando com os gemidos ou suspiros da nossa alma

Tal como os discípulos de Jesus suspiraram de angústia no sábado em que Jesus tinha morrido, hoje gememos pelo cumprimento da volta de Jesus, o nosso Rei. O apóstolo Paulo explica a razão desses gemidos da nossa alma. 
 Pois tenho para mim que as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a glória que em nós há-de ser revelada. Porque a criação aguarda, com ardente expectativa, a revelação dos filhos de Deus. Porquanto a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança, de que também a própria criação há-de ser liberta do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, conjuntamente, geme e está com dores de parto até agora. E não só ela, mas até nós, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, aguardando a nossa adopção, a saber, a redenção do nosso corpo. ….. Do mesmo modo também o Espírito nos ajuda na fraqueza, porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis”. Romanos 8:18-26.
A criação geme, nós gememos e o Espírito Santo geme através de nós. Há um gemer por algo novo, transcendente, sobrenatural, melhor, eterno!
É impressionante como a tecnologia  está sempre em mutação. Aquilo que ontem era, já desatualizou. É difícil apercebermo-nos do grau de mudança, porque estamos  dentro dela. De vez em quando encontramos um pedaço dessa tecnologia que parece que já tem “mil anos”, e verificamos que ela não era realmente “O TUDO” que estávamos  a usar nesse tempo. No outro dia encontrei umas disquetes. Lembras-te disso? As grandes eram a metade de um megabyte, certo?  Depois fabricaram as disketes mais pequenas, que tinham maior capacidade. Depois houve a época dos Cds, da unidade jaz e da unidade zip, (que não durou muito tempo), mas, depois, rapidamente chegou ao Pen Drive. A Pen Drive foi um grande passo, em que bastava apertar o polegar, e carregava grandes porções de coisas nela. Hoje já não precisamos de nada disso. Podemos colocá-lo simplesmente no seu dropbox ou no airdrop. Já dizemos, “Então, já tens o teu “bluetooth on?” Ou então, “Airdrop-me essa coisa, por favor!" Na verdade, actualmente todos esses documentos e coisas que costumavam ir na unidade de disquete e cd-rom, ou na  unidade zip, estão agora mesmo, flutuando no ar. Essas coisas estão provavelmente  a passar através do nosso seu corpo,neste preciso momento. Os e-mails de alguém, acabaram de passar agora mesmo através de ti ou de mim. Por vezes temos dores de cabeça devido a isso. Está talvez a causar cancros em algumas pessoas, devido à radiação da tecnologia, que flutua de cá para lá e de lá para cá.

Naquilo que acabamos de ler em Romanos 8, parece haver “uma falha” em toda a Criação. O mundo inteiro, todo o universo físico, (tudo o que vemos, tudo o que encontramos), está gemendo sob uma maldição como consequência do pecado. Não está como deveria estar! É por isso que há furacões. É por isso que há acidentes de carro. É por isso que  há câncer. É por isso que há dificuldades, lágrimas, divórcios, tristeza ,pecado e morte. Mas Deus promete que um novo DIA está chegando! Deus vai mudar todo este Sistema de coisas, Ele  vai “reprogramar”, Ele vai fazer novas todas as coisas! 

Quer reconheçamos ou não, isso é o que cada um de nós deseja, bem lá no fundo. Os gemidos não acontecem somente em situações de dor extrema ou de provação. Vamos “gemendo” no dia-a-dia, quando vemos tantos inocentes a sofrer a causa da maldade de outros, ao haver acidentes, quando vemos as pessoas a desperdiçar o seu potencial, quando recebemos mensagens e telefonemas que fazem tremer a terra que pisamos. Também gememos nas lutas da nossa alma quando questionamos o sentido da vida, quando nos sentimos sós no meio de uma sala cheia de gente, quando nos decepcionamos mesmo depois de alcançarmos os nossos êxitos, tanto numa promoção laboral ou num reconhecimento ministerial. Pensamos que os êxitos trazem satisfação continua, mas acabamos por constantar que não passam de satisfações momentâneas. Aí há decepção, há insatisfação, há gemido. E quer creiamos ou não, o GEMIDO é universal.  Mas esse gemido dentro de nós, é de Deus e é para Deus! 

Abalarei todas as nações. E as coisas preciosas de todas as nações virão, e encherei de glória esta casa, diz o Senhor dos Exércitos. (Ageu 2:7).  
Da mesma forma que nós, muitas vezes, comemos quando, na verdade, estamos é com sede e não com fome, o gemido é muitas vezes diagnosticado, mas não é tratado convenientemente. Temos a tendência de olhar para outras coisas que nunca podem satisfazer radicalmente o nosso gemido.
O gemido da nossa alma, é a ansiedade de uma separação. Nós fomos feitos para viver com Deus, para andarmos com Ele, tal como Adão no Éden. Mas o pecado separou-nos do Senhor, e temos estado com gemidos desde então, ansiosos para voltar para Ele. O nosso gemido é um mecanismo que torna possível a reconciliação do homem com o seu Deus, orientando-nos a olhar para cima.

C. Lewis escreveu “Se eu encontrar em mim, um desejo que nenhuma experiência neste mundo possa satisfazer, a mais provável explicação é que eu fui feito para outro mundo.”

JESUS É O DESEJO DE TODAS AS NAÇÕES! 

Deus colocou em nós a esperança de que o possamos buscar e encontrar! A pior coisa que nos poderia acontecer, seria os nossos gemidos cessarem e ficarmos satisfeitos, sem eles.
Um dia esse GEMIDO vai cessar, porque será o próprio Deus que “Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a Terra o opróbrio do Seu povo. Porque o Senhor o disse”. (Isaías 25:8).
Um dia, todos vão levantar-se das suas sepulturas. Jesus Cristo vai voltar e vai e reinar com cetro de ferro! No seu Reino haverá Paz. Não haverá animais selvagens. Os leões vão deitar-se com os cordeiros. Ele vai fazer um novo céu e uma nova terra! Não vai haver  quaisquer falhas. Não vai haver nenhum problema. Não vai haver  nenhuma dificuldade. Não haverá mais separação, vamos estar para sempre juntos! 

  1. Prosseguir a caminho do Céu  

Uma informação imprecisa, origina medos desnecessários. Uma informação precisa, preenche-nos com uma coragem inabalável!

Muitas pessoas apaixonam-se por “um céu” que é um mito. O céu não é lugar de anjinhos-bebés, gordinhos, nuzinhos, flutuando ao nosso redor. Não estaremos  sentados em nuvens, todos com o mesmo tipo de vestido, cantando hinos que não sabemos se gostamos . Há outras pessoas que imaginam “o céu”, apenas como um lugar com ruas de ouro. Mas não são essas ruas que fazem com que o céu, seja Céu, mas sim o facto de estarmos para sempre morando com Jesus!
O apóstolo João viu, e está escrito em Apocalipse 21:1, que este Planeta e este firmamento “passarão”, (do grego parerjomai). Esta palavra significa que “passará de uma condição para outra”. A Criação original que foi, (e está a ser), danificada pela consequência do pecado, passará. A Criação passará, (tal como o ladrão que foi crucificado ao lado de Jesus), liberto de uma condenação eterna, para uma salvação eterna. O mundo também está em bico dos pés, procurando antever o porvir. Este gemido que pode ser combatido ou ser fomentado. Muita gente tenta suprimi-lo com drogas ou álcool, ou a apaziguá-lo com distracções constantes ou alienando-se, mas aqueles que conhecem Deus e a Sua Palavra sabem que precisamos de nos “equipar”, precisamos de estar bem conscientes para chegarmos ao lugar que Ele nos preparou.

1- É necessário avaliarmos (vida /dificuldades)

Quando andamos em bicos dos pés podemos ver acima das coisas que atrapalham a nossa visão. As provações são para serem postas em perspectiva, são para serem avaliadas, julgadas especificamente, conforme o seu “peso”. 
Quando pensamos no céu e avaliamos a vida e as dificuldades, se aplicarmos o “peso da glória”, tudo torna-se mais leve. Por exemplo: A lua é menor do que a Terra, e é por isso que as coisas na Terra pesam muito mais do que na lua, (100kg aqui, pesarão aproximadamente 16 kg na lua). 
O apóstolo Paulo julgava a vida assim: “Pois tenho para mim, que as aflições deste tempo presente, não se podem comparar com a glória que em nós há de ser revelada”. (Romanos 8:18). A vida do apóstolo Paulo foi dura. Mas aprendemos com ele que, quando estamos assentes nas promessas de Deus, e não nas circunstâncias presentes e nas suas aparências, “o peso das provações” fica mais leve e a força da gravidade torna-se menor. Nessa atitude, as provações e dificuldades exercem menor pressão sobre a nossa vida.
Ao aplicar o peso da glória começamos a colocar todas as coisas na perspectiva certa. O futuro é onde nos devemos focar. Não no passado. O futuro é a Eternidade.

2. É necessário termos “tração”

Quando, por exemplo vemos os bailarinos, os boxeadores ou os jogadores de ténis, vemos que eles nunca se apoiam nos calcanhares, mas na ponta dos pés. Cada um destes módulos necessita de tração.
O Apostolo Pedro exorta-nos a andarmos como PEREGRINOS e FORASTEIROS neste mundo, abstendo-nos dos desejos da nossa carne que combatem contra a nossa alma. (1 Pedro 2:11).
Esta é a melhor atitude para combatermos o pecado. É não vivermos apegados a este mundo.

Devemos andar neste mundo em bicos de pés, à espera de uma NOVA e MELHOR Pátria!

Para combatermos a tração hipnotizante deste mundo, cultivemos, intencionalmente, o sentimento de busca de um outro! Isso vai-nos impedir que “adormeçamos”, que sejamos complacentes com o que desagrada a Deus e que caiamos nos ardis do Diabo.

3- É necessário agirmos por antecipação

Nas aulas de ténis, uma das regras básicas, é a de nos posicionarmos para que, onde quer que a bola caia, nós a apanhemos logo. É estar em pontas dos pés, bem posicionado, alerta, ágil!
Espiritualmente falando, precisamos de não estar apenas com os nossos pensamentos focados neste mundo, mas com uma visão prolongada para a Eternidade, prontos para ajudar os outros, para entrar em acção!
Não somos apenas forasteiros e peregrinos que temos a nossa pátria nos céus, mas também somos embaixadores, representantes do Céu aqui na Terra. Foi-nos dada a Autoridade para concedermos a outros concidadãos, no Nome de Jesus, o acesso à entrada no Seu Reino. “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as grandezas Daquele que vos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz. Vós que outrora nem éreis povo, e agora sois de Deus. Vós que não tínheis alcançado misericórdia, e agora a tendes alcançado.” (1 Pedro 2:9, 10). 
Para vermos a nossa dor apenas como um instrumento para alcançar outros; para não sermos egoístas e ficarmos agarrados ao nosso sofrimento, precisamos de conhecer o segredo de Abraão.
Abraão fez o que fez, porque viveu neste mundo, em “bicos dos pés”. 

Pela fé Abraão peregrinou na Terra Prometida como se estivesse em terra estranha. Ele viveu em tendas, bem como Isaque e Jacob, co-herdeiros da mesma promessa, pois ele esperava a cidade que tem alicerces, cujo arquiteto e edificador é Deus.” (Hebreus 11:9,1o).

A antecipação leva-nos à acção! 

4 – É necessário elevação

A definição de elevação é “estar acima do nível das águas do mar”.
Quando nos elevamos nas pontas dos pés, chegamos mais alto, o nosso alcance fica prolongado até ao armário mais alto ou até à prateleira de cima. Toda a criação geme por algo mais, a humanidade geme por algo melhor, o Espírito Santo geme em nós, porque nós não temos palavras para expressar a nossa dor.
Por vezes, nem é só um gemido, é um rugido de leão que brota do fundo da nossa alma. Quando deixamos de cultuar a Deus em adoração, a nossa dor junta-se à dor da fome e sede Dele, e o nosso gemido vai de mono para estéreo. Quando o Senhor nos exorta para nos levantarmos, ou quando Ele estende a Sua mão e nos levanta, dá-nos “altitude”. Dá-nos elevação no nosso abatimento!
E quando estamos levantados, ficamos mais altos, podemos respirar melhor! O Salmista escreveu:  “Desde a extremidade da terra, clamo a ti, estando abatido o meu coração! Leva-me para a rocha que é mais alta do que eu!” (61:2).  

Salmo 121

“Elevo os meus olhos para os montes; de onde me vem o socorro?
O meu socorro vem do Senhor, que fez os Céus e a Terra.
Não deixará vacilar o teu pé. Aquele que te guarda, não dormitará O Senhor te guardará de todo o mal.
Ele guardará a tua vida. O Senhor guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre”.  
O nosso gemido faz-nos “inclinar” as nossas cabeças diante de Deus, e dobrar os nossos joelhos. Deixa que Deus te levante!

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