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Vendo com Visão | Que Lentes Usamos?

VENDO COM VISÃO! 
QUE LENTES USAMOS? 

 
E aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra. 

Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, baptizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do 

Espírito Santo, ensinando-os a observar todas as coisas que eu vos tenho mandado, e eis que eu 

estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Mateus 28:18-20.  

 
“Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas que se não vêem. Porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem são eternas”. 2 Coríntios 4:18 


M. Muggeridge descreve a autodestruição do homem no século XX, “…tornou-se claro, na segunda metade do século XX, que o homem ocidental decidiu abolir-se a si mesmo. Cansou-se da luta por ser quem ele mesmo criou, do tédio da sua própria riqueza, da sua própria impotência ante as suas manias, da vulnerabilidade da sua força, e tocou a trombeta que desmorona as paredes da sua própria cidade. Num processo degradação, convence-se que é muito poderoso. Trabalha, mas é sustentado por medicamentos, bisturis e seringas, e é cada vez uma presa fácil para os seus inimigos. E se chegar a curar-se da sua imbecilidade, já está poluído e caído por terra, cansado e golpeado como um brontossauro e se extingue”.


Na economia de Deus é suposto que amemos pessoas e usemos coisas. Na economia humana, acabamos por amar coisas e usar as pessoas.


Leiamos 2 Coríntios 4:8-18:

“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não da nossa parte. Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desesperados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; trazendo sempre no corpo a mortificação de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossos corpos. Pois nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste na nossa carne mortal, de modo que em nós opera a morte, mas em vós, a vida. 

Ora, temos o mesmo espírito de fé, conforme está escrito: Cri, por isso falei; também nós cremos, 

por isso também falamos,  sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus, nos ressuscitará a 

nós com Jesus, e nos apresentará convosco. Pois tudo é por amor de vós, para que a graça, 

multiplicada por meio de muitos, faça abundar a acção de graças para a glória de Deus. Por isso não 

desfalecemos. Mas ainda que o nosso homem exterior se esteja consumindo, o interior, contudo, se 

renova de dia em dia. Porque a nossa leve e momentânea tribulação, produz para nós cada vez mais 

abundantemente um eterno peso de glória; não atentando nós nas coisas que se vêem, mas sim nas 

que se não vêem. Porque as que se vêem são temporais, enquanto as que se não vêem, são eternas”. 

2 Coríntios 4:7-18.

 

E se agora lermos Romanos 8:18-21: 

 
“Pois tenho para mim que as aflições deste tempo presente não se podem comparar com a glória que 

em nós há de ser revelada. Porque a criação aguarda com ardente expectativa a revelação dos filhos 

de Deus, porquanto a Criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa daquele 

que a sujeitou, na esperança de que também a própria Criação há-de ser liberta do cativeiro da 

corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus”. 

 
“Estou convicto que a ausência de significado não vem do homem estar cansado da dor, mas de estar cansado do prazer. E é por isso que nos encontramos vazios de significado, mas com as nossas despensas ainda cheias."

 
O Prazer 

 
O prazer sem Deus, sem limites sagrados, deixa o homem mais vazio do que antes. Esta é a verdade bíblica e a verdade experimental. As pessoas mais solitárias do mundo estão entre os mais ricos e mais famosos que não encontraram limites, dentro dos quais, viver. Isso é um fato que constatamos, vez após vez.


Por vezes não prestamos atenção sobre as coisas mais evidentes, por essas coisas fazerem parte de um processo e serem temporárias. Mas tudo tem um processo, e há processos mais dolorosos do que outros, porque em todos os trajectos há um processo, um caminho, há objectivos, e vulgarmente não nos fixamos naquilo que é mais evidente.


Com que lentes vemos as coisas? Temos de aprender a ver além de óbvio! A nossa luta não é contra carne e sangue, outras pessoas como nós, mas contra os principados e potestades espirituais malignas que nos querem destruir. Mas, pela Palavra de Deus, sabemos que já temos a vitória em Cristo Jesus, pela sua morte na cruz e pela sua ressurreição!


A vitória iniciou-se na Cruz e se colmatou na ressurreição!


A Cruz 


“A menos que tu entendas a cruz, não poderás entender porque o teu compromisso com o que é certo deve ter precedência sobre a tua preferência. Muitos começam bem, mas o mais importante não é como começas, mas sim como terminas. Temos como objectivo, terminar bem? O começar bem, é temporário. Terminar bem é a longo prazo”. (Ravi Zacharias).

 
Há inimigos da cruz, cujo deus é o ventre. Eles se confundirão, e o seu fim será a perdição. Filipenses 3-17-21. 

 
Na realidade aquilo que determinará a longevidade e terminar bem é como tens a percepção da tua visão. Como estás a correr o caminho? Onde estão postos os teus olhos? Estão colocados nos céus ou na Terra? No porvir ou no presente? Na tua pátria ou missão terrena, ou na tua pátria celestial para onde queres levar muitos outros contigo?

 
O que está a preencher o teu coração? Que estás entesourando?

“Não ajunteis para vós tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem os consomem e onde os ladrões minam e roubam! Mas ajuntai para vós, tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem os consumem e onde os ladrões não minam nem roubam. Porque onde estiver o teu tesouro, aí estará também o teu coração”. Mateus 6:19-21.  

 
Onde colocamos os nossos olhos, e do modo como os colocamos, determinará o que estamos entesourando. 

 
Neste mundo, tudo é utilizado e passageiro, e até pode ser roubado. O “entesouramos” no coração, 

na forma do nosso carácter, será um dia avaliado, nem que seja quando partirmos deste mundo.

 
Se juntarmos tesouros no céu, então estaremos a ser formados no nosso carácter por aquilo que é de 

Cristo, em nós.


As coisas terrenas desfocam a visão do reino dos céus e podem obscurecer a nossa moralidade.


“Temos o direito a acreditar naquilo que quisermos, mas nem tudo aquilo que acreditamos, está correcto”. (Ravi Zacharia). 


Muitas vezes não entendemos estas verdades totalmente e as adaptamos, (ou as pervertemos), de acordo com a nossa vontade e queremos usá-las na obra de Deus. Pensamos que Deus precisa de nós para fazer a Sua obra?… 


“Ser cristão não é tanto o evitar cuidadosamente o pecado, mas em ser mais incentivado em fazer a vontade de Deus!”. (Dietrich Boefner).


Não entendemos que é para nós privilégio participarmos com Deus na Sua Obra maravilhosa, e que ainda maior privilégio é sermos Obra de Deus!


É necessário vermos bem as coisas. É necessário termos Visão!


“Não podemos ter cegos a guiar a outros cegos, pois juntos cairão no mesmo buraco”. Mateus 15:12-14.


Um líder cristão é alguém que conhece o Caminho, está no Caminho e mostra o Caminho. A pregação não termina quando dizemos Ámen, mas onde verdadeiramente a pregação entra em acção.


Há duas coisas bastante claras quando Jesus ensina os seus discípulos em João 15:5, através de uma verdade sobre agricultura. “Eu sou a videira e vós sois as varas. Quem permanece em mim, e eu nele, esse dá muito fruto. Porque sem mim, nada podeis fazer”. 


Mais adiante, em João 17:19-23, na sua maior declaração de amor à igreja, Jesus manifestou um princípio sobre estas duas condições. 


“E por eles eu me santifico, para que também eles sejam santificados na verdade. E rogo não somente por estes, mas também por aqueles que pela Sua palavra hão-de crer em mim, para que todos sejam um, assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim”. 


Sendo a Igreja e o Ministério, “Um”, unido numa só Visão como o Pai e Jesus são UM, o efeito será o mundo crer que Jesus é o Enviado de Deus. Assim sendo, nós teremos o impacto na comunidade onde estivermos inseridos, (seja cidade, seja país), com a credibilidade de sermos discípulos de Cristo. Por termos uma só Visão, a mesma Visão que o Pai e o Filho têm, seremos selados pelo Espírito Santo que nos prepara, e vamos ter uma mesma actividade neste mundo, cooperando todos com Deus na Sua Obra.


Se isso não acontecer, andaremos desenfreados, cada um lutando para o seu lado.


Para haver Unidade e uma só Visão, a que Jesus ensinou, é necessário haver a sujeição uns aos outros no vínculo perfeito do Amor de Cristo. É necessário estar esclarecido sobre a Obra de Cristo Redentor. Aquele que quiser ser maior entre vós, seja vosso servo, que tenha um bom proceder em atitude e palavras, em mansidão na sua conduta e que busque a paz com todos os homens, anunciando as boas novas do Evangelho.


Para haver Unidade e uma só Visão em Cristo, é preciso estar convicto de que nenhuma verdade é mais importante do que conhecer Jesus Cristo, e que Ele é o nosso Senhor e Salvador, que dá esperança a quem não a tem, que perdoa o condenado, que levanta o caído, que sara o enfermo, que ressuscita aquele que está morto, e que sara todas as nossas feridas! “E se confessarmos os nossos pecados, Ele é Fiel e Justo para nos perdoar, e nos purificar de toda a injustiça”. (1João 1:9).


O que acontece é que a auto-suficiência humana tem querido substituir a dependência de Deus, a dependência da visão do Seu Reino e da Sua Justiça. O povo de Deus tem-se desenfreado, e sem profecia e sem revelação é como uma família desorientada, e começa a levantar supostos ministérios sob pressões e condições emocionais…


Creio que devemos buscar a revelação de Deus na profecia que é a Sua Palavra, a lâmpada para os nossos pés, e ela nos guiará!


Temos como exemplo, o caso flagrante do sacerdote Eli, “Entretanto, o menino Samuel servia ao Senhor perante Eli. E a palavra do Senhor era muito rara naqueles dias. As visões não eram frequentes. Sucedeu, naquele tempo, que estava Eli deitado no seu lugar, (ora, os seus olhos começavam já a escurecer, de modo que não podia ver) …” 1 Sam. 3:1, 2


Temos que ver mais além do que é aparente, mais além do superficial. Mas para que isso aconteça, temos de usar “boas lentes espirituais”, precisamos de luz, de bons olhos, de olhos iluminados por Jesus! 


“A candeia do corpo são os olhos. De sorte que, se os teus olhos forem bons, todo teu corpo terá luz. 

Se porém os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são 

trevas, quão grandes são tais trevas!” Mateus 6:22,23.


A lente pela qual vemos, determina a luz que temos na nossa vida. 


Ela determina se a nossa luz é a de Jesus, (que brilha em todo o lugar), e se as nossas lentes são as da fé onde podemos ver o invisível a alcançar o impossível, (caminhar sobre as águas sem nos afogarmos, e navegarmos num mar de “tempestades”, sem medos). 


Quando estamos iluminados por Jesus, podemos andar “no meio” do fogo sem nos queimarmos, 

pois vemos essas circunstâncias como algo transitório, algo onde se vai manifestar a glória de Deus 

na nossa vida, ou através da nossa vida, na vida de outros.


Uma das características da nossa visão, (se não tiver a lente corecta), é que nos dá perspectivas erradas. 

A IGREJA DE LAODICEIA TINHA UMA PERPECTIVA ERRADA DE SI MESMA. 


“Porquanto dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta. E não sabes que és um coitado, e miserável, e pobre, e cego, e nu”. Apocalipse 3:17.


Essa era a visão de Deus. Eles tinham obras, faziam obras, mas não eram frios, nem quentes. Viver na superficialidade, é viver sem “aprofundar” nada. É gloriar-se no fruto do seu próprio esforço, e não na glória do Senhor. Estava patente o orgulho, a soberba da carne, a luxúria dos olhos.

Uma característica da cegueira espiritual é vermos o mal alheio e não ver o nosso próprio mal. 

 
“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados, e 

com a medida com que medis, vos medirão a vós. E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e 

não reparas na trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do 

teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem 

para tirar o argueiro do olho do teu irmão”. Mateus 7:1-5.  


Preocupemo-nos primeiro connosco próprios! Estamos a falar das outras pessoas e dos seus assuntos, daqueles que têm um pequeno cisco nos seus olhos, e não tiramos a trave que está defronte dos nossos olhos?
Isso não faz sentido! Quantos conhecem este tipo de cristão? É tão fácil dizer o que os outros necessitam de fazer! É tão fácil identificar o erro dos outros! É tão fácil dizer como eles devem educar os seus filhos, quando os teus filhos nem gostam de estar junto de ti! 

 
TIRA PRIMEIRO A VIGA DO TEU OLHO! 


Quando tu és uma pessoa que está sempre a atacar outros irmãos na fé, pregadores, e dizes coisas odiosas, com juízos errados, e muitas vezes, com alguma maldade, é melhor que te lembres que serás julgado, não com a mesma medida, mas de forma ainda mais dura, pois estás a ignorar a trave que tens diante de ti! 


Deus não abençoa pessoas que andam sempre por aí a criticar os outros, e julgam os outros continuamente, como se eles próprios não tivessem assuntos ou questões para resolver na sua própria vida.

 
TRATA DE TI MESMO, PRIMEIRO!


Os nossos olhos estão colocados nos deleites. Estão centrados na carne, no satisfazer da superficialidade da alma.


“De onde vêm as guerras e contendas entre vós? Porventura não vêm disto, dos 

vossos deleites que nos vossos membros guerreiam? Cobiçais e nada tendes; logo 

matais. Invejais e não podeis alcançar; logo combateis e fazeis guerras. Nada

tendes, porque não pedis. Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes 

em vossos deleites. Infiéis! Não sabeis que a amizade do mundo é inimizade contra 

Deus? Portanto qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de 

Deus”. Tiago 4:1-4.

 
Corremos perigo quando o mundo está dentro de nós. “Podemos tirar um homem da 

imundícia, mas não podemos tirar a imundícia de um homem”. 

 
O Espírito Santo pode convencer do pecado e opera através dos frutos do arrependimento.

 
“Quando estamos com falta de visão, podemos cair, e se estivermos a guiar 

alguém, podemos fazer com que outros também caiam”. É o que acontece quando 

ensinamos os outros  por tradição, por letra, por interesse próprio, com o coração longe do 

coração de Deus, insensível a Ele.

 
Então vejamos o exemplo bíblico: ”Então chegaram a Jesus uns fariseus e escribas vindos de 

Jerusalém, e lhe perguntaram: Por que transgridem os teus discípulos a tradição dos 

anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem. Ele, porém, respondendo, disse-lhes: E 

vós, por que transgredis o mandamento de Deus por causa da vossa tradição? Pois Deus 

ordenou: Honra o teu pai e a tua mãe. E quem maldisser a seu pai ou a sua mãe, 

certamente morrerá. Mas vós dizeis: Qualquer que disser a seu pai ou a sua mãe: O 

que poderias aproveitar de mim é oferta ao Senhor; esse de modo algum terá de 

honrar a seu pai. E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de 

Deus. 

Hipócritas! Bem profetizou Isaías a vosso respeito, dizendo: Este povo 

honra-me com os lábios; o seu coração, porém, está longe de mim. Mas em vão me 

adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem. Eclamando a si a 

multidão, disse-lhes: ouvi, e entendei: Não é o que entra pela boca que contamina o 

homem; mas o que sai da boca, isso é o que o contamina. Então os discípulos, 

aproximando-se dele, perguntaram-lhe: Sabes que os fariseus, ouvindo essas 

palavras, se escandalizaram? Respondeu-lhes ele: Toda a planta que meu pai 

celestial não plantou, será arrancada! Deixai-os! São guias cegos! Ora, se um cego 

guiar outro cego, ambos cairão no barranco”. Mateus 15:2-14.  

  

AS APARÊNCIAS DEFRAUDAM A NOSSA ALMA  


Decidir e julgar segundo a visão de Deus!  


“Então brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo 

frutificará. E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o Espírito de Sabedoria e de 

Entendimento, o espírito de Conselho e de Fortaleza, o espírito de Conhecimento e 

de Temor do Senhor. E deleitar-se-á no temor do Senhor, e não julgará 

segundo a vista dos seus olhos, nem decidirá segundo o ouvir dos seus 

ouvidos. Mas julgará com justiça os pobres e decidirá com equidade 

em defesa dos mansos da Terra. E ferirá a Terra com a vara da Sua 

boca e com o sopro dos seus lábios, matará o ímpio! 

A Justiça será o cinto dos Seus lombos e a Fidelidade o cinto dos seus rins. Morará 

o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará. E o bezerro, e o leão 

novo e o animal cevado viverão juntos, e um menino pequeno os conduzirá. Isaías 

11:1-6.  


O EXEMPLO DE LAODICEIA, NÃO PODE SER O NOSSO! 


Não devemos querer a nossa identidade em obras, porque as obras de fé têm de ser uma consequência da nossa identidade em Cristo. Não devemos ter um conceito equivocado de nós mesmos, como a igreja de Laodiceia em Apocalipse 3:13-22.


Temos também o conselho de Romanos 12: 3-18. “Porque pela graça que me foi dada, digo a cada um de entre vós que não tenha de si mesmo mais alto conceito do que convém; mas que pense de si, sobriamente, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Pois assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma função, assim nós, embora muitos, somos um só Corpo em Cristo, e individualmente somos membros uns dos outros. De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos foi dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé. Se é ministério, seja em ministrar. Se é ensinar, haja dedicação ao ensino. Ou o que exorta, use esse dom em exortar. O que reparte, faça-o com liberalidade. O que preside, com zelo. O que usa de misericórdia, com alegria. O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Não sejais vagarosos no cuidado, mas sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor! Alegrai-vos na esperança. Sejam pacientes na tribulação! Perseverai na oração. Acudam aos santos nas suas necessidades. Exercei a hospitalidade! Abençoai aos que vos perseguem. Abençoai e não amaldiçoeis! Alegrai-vos com os que se alegram! Chorai com os que choram! Sejam unânimes entre vós! Não ambicioneis coisas altivas, mas acomodai-vos às humildes! Não sejais sábios aos vossos olhos! A ninguém torneis mal por mal! Procurai as coisas dignas, perante todos os homens. Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens”. 

 

VESTIDOS DE ACORDO COM AQUILO QUE SOMOS


“Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de coração compassivo, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos e perdoando-vos uns aos outros, se alguém tiver queixa contra outro. Assim como o Senhor vos perdoou, assim fazei vós também. E sobre tudo isto, revesti-vos do amor, que é o vínculo da perfeição, e a paz de Cristo, para a qual também fostes chamados em um Corpo, domine em vossos corações, e sejam agradecidos! 

A palavra de Cristo habite em vós, ricamente, em toda a sabedoria. Ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações. E tudo quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. Col 3:12-17.  

 

SOMOS GERAÇÃO ELEITA – SACERDÓCIO REAL – POVO ADQUIRIDO


“Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, 

para que anuncieis as grandezas daquele que vos chamou das trevas para a Sua 

maravilhosa luz. Vós que outrora nem éreis povo, e agora sois de Deus. Vós que não 

tínheis alcançado misericórdia, e agora a tendes alcançado. 1Pedro 2:9,10  


“Portanto, nós também, pois estamos rodeados de tão grande nuvem de 

testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia, e 

corramos com perseverança a carreira que nos está proposta, fitando os olhos em 

Jesus, o Autor e Consumador da nossa fé, o qual, pelo gozo que lhe está proposto, 

suportou a cruz, desprezando a ignomínia, e está assentado à direita do trono de 

Deus”. Hebreus 12:1,2.  

 
“E não me lembrarei mais dos seus pecados e das suas iniquidades. Ora, onde há remissão destes, não há mais oferta pelo pecado. Tendo pois, irmãos, ousadia para entrarmos no Santíssimo Lugar, pelo sangue de Jesus, pelo caminho que Ele nos inaugurou, Novo e Vivo Caminho, através do véu, isto é, da sua carne, e tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo o coração purificado da má consciência e o corpo lavado com água limpa, retenhamos inabalável a confissão da nossa esperança, porque Fiel é aquele que fez a promessa, e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia”. Hebreus 10:17-25.  

 
Termino com as palavras de Tiago 5:7-16: 

“Portanto, irmãos, sejam pacientes até a Vinda do Senhor! Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba as primeiras e as últimas chuvas. Sejam vós também pacientes! Fortalecei os vossos corações, porque a vinda do Senhor está próxima! 


Não vos queixeis, irmãos, uns dos outros, para que não sejais julgados. Eis que o 

Juiz está à porta. Irmãos, tomem como exemplo de sofrimento e paciência, os 

profetas que falaram em nome do Senhor. 


Eis que chamamos bem-aventurados os que suportaram aflições. Ouvistes da 

paciência de Job, e vistes o fim que o Senhor lhe deu, porque o Senhor é cheio de 

misericórdia e compaixão. 

Mas, sobretudo, meus irmãos, não jureis, nem pelo céu, nem pela Terra, nem façais 

qualquer outro juramento! Que o vosso sim, seja sim. E que o vosso não, seja não, para 

não cairdes em condenação. 

 
Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente? Cante louvores. Está 

algum de vós doente? Chame os anciãos da igreja, e estes orem sobre ele, ungido-o 

com azeite em nome do Senhor, e a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o 

levantará, e se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados. 


Confessai, portanto, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para 

serdes curados. A súplica de um justo pode muito no seu efeito”. 


Pastor Luís Miguel 

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A Derradeira Essência da Maldade

“E por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”. Mateus_24:12

A essência da Maldade não é abstrata, não é remota e não é confusa.
Refiro-me à derradeira essência, como aquilo que está por detrás de todas as atitudes de maldade praticada por cada um de nós no nosso dia-a-dia, nas coisas que fazemos, dizemos e pensamos. Para entendermos o que é Maldade, precisamos de saber separar o fruto da maldade, da fonte da maldade, (a raiz, o que está na origem desses atos), e o que faz com que a maldade seja maldade. 

Quando falo da derradeira maldade, é porque chego à conclusão de que é o cúmulo, que nem pode ser menor ou maior. Que tem feito a Maldade ao longo do tempo? E por que é importante saber isso?

Apesar de estarmos num ministério, na igreja, cujo coração é glorificar o nome de Jesus, ou seja, dar a conhecer a Sua glória, a Sua suficiência, as Suas maravilhas, tanto através do nosso culto a Ele, como pondo em prática a religião pura e sem mácula, que é “atender à viuva e ao orfão no seu momento de necessidade”, é necessário falarmos sobre a derradeira essência de maldade, para que todos nós possamos conhecer e identificá-la em nós próprios e no mundo que nos rodeia.  Se não o soubermos, e se não a identificarmos, como vamos combatê-la e minimizá-la?

Para identificar a Maldade, precisamos de conhecer a majestade de Deus, o triunfo de Cristo na Cruz e na Sua ressurreição, e a glória de vivermos a vida cristã!

AS TRÊS PASSAGENS BÍBLICAS ESCOLHIDAS PARA FALAR DESTE ASSUNTO

PRIMEIRA 

Jeremias 2:7-9, 11-15 
«E eu vos introduzi numa terra fértil para comerdes o seu fruto e o seu bem. Mas, quando nela entrastes, contaminastes a minha terra e da minha herança fizestes uma abominação. 
Os sacerdotes não disseram: Onde está o Senhor? E os que tratavam da lei não me conheceram. E os pastores prevaricaram contra mim, e os profetas profetizaram por Baal e andaram após o que é de nenhum proveito. Portanto, ainda pleitearei convosco, diz o Senhor, e até com os filhos dos vossos filhos, pleitearei.
Houve alguma nação que trocasse os seus deuses, posto não serem deuses? Todavia o meu povo trocou a sua glória pelo que é de nenhum proveito. 
Espantai-vos disto, oh céus, e horrorizai-vos! 
Ficai verdadeiramente desolados! - Diz o Senhor. Porque o meu povo fez duas maldades: 

A mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm as águas. 
Acaso é Israel um servo? Ou um escravo nascido em casa? Por que, pois, veio a ser presa? 
Os filhos de leão bramaram sobre ele, levantaram a sua voz, e puseram a sua terra em assolação, as suas cidades se queimaram, e ninguém habita nelas.» 
As duas maldades foram: Deixar Deus e cavar cisternas rotas.
“O meu povo (Judá) trocou a sua glória por nada que se aproveite”. É como se trocasse a sua mansão por um caixote de cartão de um sem-abrigo. (verso 11).


1- “Deixaram-me!” – Judá perdeu o gosto por Deus.

2- “Cavaram para si, cisternas rotas”.

A Cisterna do dinheiro é rota. 
A Cisterna do sucesso é rota. 
A Cisterna da política é rota. 
A Cisterna do sexo e prazer são rotas… 

Nenhuma cisterna pode reter a água, somente Jesus Cristo nos pode dar a água viva do gozo do Senhor! 
Qual é então o derradeiro mal nesta escritura de Jeremias? É perder o gosto por Deus, ou preferir qualquer outra coisa, mais que do que Deus. Essa é a derradeira essência do mal! É não encontrar plena satisfação na Fonte de Águas Vivas! 
Quando o homem perde o sentido de busca de Deus, é a primeira essência da sua maldade. O homem procura a alegria que devia encontrar em Deus, em outras coisas. Falham em estar satisfeitos com a água do manancial de Deus, e cavam cisternas rotas…
Pensamos durante muito tempo que a essência do mal fosse o mau uso do sexo, a dependência de adições, a luta pelo poder, a ganância pelo sucesso, mas não! Isso é o fruto da essência do mal.
A essência do mal é quando “eu já não aprecio Deus”, e cavo uma “cisterna” para que coloque lá, aquilo que me satisfaz momentâneamente.


SEGUNDA

Genesis 3:1, 3-6 
No início da Criação: “Ora a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?
Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente, não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.

E vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, e comeu e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.” 
Sabemos algo acerca da magnitude deste mal porque, a partir deste momento na história, o apóstolo Paulo, diz em Romanos: «E não foi assim o dom como a ofensa, por um só que pecou. Porque o juízo veio de uma só ofensa, na verdade, para condenação, mas, o dom gratuito veio de muitas ofensas, para justificação. Porque se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais, os que recebem a abundância da graça e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo.» Romanos 5:16-17 ARC.

O primeiro pecado entrou no mundo por um homem, e nós herdámos essa condição de pecadores. Esse pecado passou a ser “nosso” e condicionou-nos ao nascermos neste mundo. O pecado original afectou toda a Humanidade. 

Qual é a derradeira essência da Maldade, aqui? No verso 5 vemos qual foi a essência da tentação diabólica no jardim do Éden. “Deus está a esconder algo maravilhoso de ti, algo de muito valor “! (v.5). E essa essência está presente em todas as tentações feitas à Humanidade: O diabo continua a segredar-nos, “Deus está a reter algo bom de ti, e por isso diz para não fazeres isto ou aquilo… ”

Agora vejamos a dinâmica da essência derradeira da Maldade que está implícita e explícita nos versos 6,7! É a cobiça dos olhos, a cobiça da carne e a soberba da vida. 
A essência do pecado original, (verso 6, 7), era agradável, deliciosa, sedutora, mas proibida. 

Vê bem o que estava a acontecer no coração humano! Pensaram os nossos primeiros pais, “Posso vê-lo, é bom o fruto, é desejável! Mas Deus não me deixa tê-lo!” E continuando, “Mas o que é que se passa? É delicioso aos meus olhos, e Deus quer retê-lo de mim? Isso é uma maldade!...”

E Adão e Eva fizeram uma escolha e decidiram. “Se é agradável, delicioso, desejável e é-nos negado, então vamos comer!” 
E quanto a nós, hoje? Aquilo que nós desejamos mais do que Deus, não nos será negado? Será feito segundo a nossa vontade?

Qual foi afinal a essência da maldade, no início da Criação? Qual foi a essência da queda da humanidade? Terá sido o comer a fruta proibida? Não! A essência da queda não foi comer a fruta proibida. A acção humana não é a essência das coisas. As acções podem ser más, mas não são elas, a essência!

Beijar é bom, mas não são a essência do amor. Comer frutos proibidos é mau, mas não é a essência do que aconteceu aqui. 
O ultraje moral foi o facto de Adão e Eva, desejarem mais o que a fruta podia beneficiar-lhes do que o gozo de estarem na Presença de Deus! Por outras palavras, a REAL ESSÊNCIA DA MALDADE é a perda do gosto por Deus, como o Ser Provedor da Vida e da Alegria, e preferir aquilo que a árvore lhes poderia dar. 

Adão e Eva deixaram de se deleitar na presença de Deus, e preferiram mais o que a fruta lhes poderia proporcionar. Não foi pior a rebelião para com Deus e a desobediência  para com Ele , mas a preferência deles em escolherem o fruto proibido.
Não foi a desobediência a essência da maldade, (isso é básico e fundamental), mas sim a preferência deles! Deixaram de desejar Deus, e colocaram o seu desejo no fruto. O fruto, para eles, estava acima de estar na presença de Deus.

Enquanto virmos “a guarda dos mandamentos como a essência do bem, e o quebrar dos mandamentos a essência do mal”, jamais saberemos o porquê de estarmos a fazer o que fazemos, e jamais saberemos quem somos em Cristo Jesus, e jamais veremos a grandiosidade da Sua majestade, a plenitude e triunfo de Cristo na Cruz, e jamais viveremos a gloriosa vida cristã!
Enquanto confinarmos o Bem e o Mal a uma questão de mandamentos básicos, não entendemos a nova identidade que recebemos em Cristo Jesus.

Vamos imaginar estes dois temas, lado a lado! Num lado, a OBEDIÊNCIA AO MANDAMENTOS DE DEUS e no outro, O DELEITAR-SE EM DEUS E EM SEU CARÁCTER. Qual deles é essencial ao outro? Em qual deles está a raiz do outro?
Deus tornou o “DELEITAR-SE NELE”, num mandamento! 

“Deleita-te também no Senhor, e ele concederá o que deseja o teu coração”. Salmo 37:4.

Deus não toma coisas neutras ou coisas más, e faz delas boas, tornando-as em mandamentos. Pela sua própria Natureza Suprema e pela sua Suprema Beleza e pelo seu Supremo Valor, é justo que nos deleitemos Nele sobre todas as coisas! 

Por isso, DELEITAR-SE NELE, é um mandamento! Não é um mandamento para que seja bom, porque já o é, em si mesmo! Deus não agarra as coisas defeituosas e as torna em mandamentos. 
Os homens agem externamente para darem aparência de serem bons, sem terem que guardar e obedecer aos mandamentos de Deus, mas deveríamos entender que isso procede simplesmente de uma atitude inata de louvor e deleite no Senhor! 
Os mandamentos, por si mesmos, antes de serem decretados por Deus, já eram bons, pois toda a boa dádiva tem origem no Pai, de onde não há variação nem sombra de dúvidas.
Se pensamos que são as nossas acções externas que determinam a nossa moralidade, nem sequer sabemos o que é bom. O mesmo se passa com o mal, que é desobedecermos a Deus e colocarmos Deus depois de nós mesmos.  
Jesus ensinou acerca disso “Aquele que ama mais a pai, mãe, irmão ou irmã, mais que a mim, não é digno de mim”.
DELEITAR-SE EM DEUS, é colocar Deus, primeiro, por direito! Ao cumprirmos os mandamentos por amor a Deus, é sensato, é fonte de alegria e de força!
Acaso fez Deus mal ao ordenar que prefiramos a Ele, antes de qualquer outra coisa, fazendo disso um mandamento? Não! 
Já era maldade o homem desprezar Deus, mesmo antes que existisse qualquer mandamento. Adão e Eva estavam com Deus na sua Presença, no Paraíso, até que os seus olhos foram abertos e eles viram a sua condição de nudez! E ainda não existiam mandamentos!

Era Maldade preferir qualquer outra coisa que não fosse Deus, mesmo antes que Deus desse qualquer Mandamento!
Agora entendes que não é o quebrar dos mandamentos que faz com que a Maldade seja Maldade? Está redigido na Bíblia, divinamente inspirado, para que seja nosso guia, nossa ajuda! 
Se não vamos mais além dos mandamentos das leis, até à realidade do caminhar com Jesus, ficamos muito aquém de poder entender a Obra de Cristo! 

A desobediência ou o quebrar da lei, não é a derradeira essência da Maldade. « Por isso nenhuma carne será justificada diante Dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado.” Rom. 3:20.
A lei não faz o pecado ser pecado. Ele já está em nós, em ti e em mim! Está nos nossos desejos. Queremos por vezes, mais e mais as coisas, do que a Deus. 

Precisamos de nos questioner se nos deleitamos mais noutras coisas do que em Deus. Se nos deleitamos mais noutras pessoas do que em Deus. 
Se for sim, podes crer que é essa a derradeira essência da maldade! 
Em relação a Deus, todos pecaram! «Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus». Romanos 3:23. 

O pecado destrói as pessoas e destrói o mundo, mas a sua essência não é essa, é muito pior e mais profunda! 
Nós temos preferência por nós mesmos e por aquilo que nós queremos mais, do que queremos Deus. Que significa “destituídos estão?” A melhor explicação de Romanos 3:23 está em Rom.1:23, pois creio que define 3:23. 

«Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes, nos seus discursos se desvaneceram e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis!»

Romanos 1:21-23.
É como ter a glória de Deus e contemplar a sua beleza, as suas qualidades, o seu valor, e dizer, “Não quero! Vou trocá-lo por outra coisa qualquer!” Em Romanos 3.23, significa que “estão destituídos da glória de Deus, de acordo ao seu valor, isto é, “não valorizaram a glória de Deus.” E não valorizar a glória de Deus é, na realidade, não conceder-lhe o devido valor, à vida, sacrifício e triunfo de Jesus na Cruz e na Sua ressurreição.
Todos viemos ao mundo, no qual a glória de Deus se irradia!  Todos  provámos a Sua glória e vimos a Sua glória!  A derradeira essência da Maldade é que provamos a glória de Deus e preferimos outras coisas à glória de Deus!
A essência da maldade está nas nossas preferências! Preferimos outras coisas em vez da glória de Deus. Provamos e vimos, e ainda assim, preferimos outras coisas! Grande falha humana! 
A pior falha humana encontra-se descrita em Romanos 1, Jeremias 2 e Génesis 3!
Em Romanos 1 - A falha do  homem, é preferir outras coisas, a Deus.
Em Jeremias 2 - A falha do homem é não encontrar plena satisfação na Fonte de Águas Vivas. 
Em Genesis 3 – A falha do homem em perder o gosto por Deus como Provedor da vida e alegria, e preferir o que “a árvore” lhe proporciona.

TERCEIRO 

A falha do homem não glorificar a Deus sobre todas as coisas.
Vamos aplicar isto à nossa vida! Até que vejamos e odiemos a essência da maldade no nosso coração e no mundo que nos rodeia, iremos “diminuir” a Majestade de Deus, vamos “minimizar” o Triunfo da Cruz e a ressurreição de Cristo, e vamos “desvalorizar” a glória da vida cristã!
Por que razão “diminuimos” a majestade de Deus? 
Porque a grandeza da majestade de Deus não é magnificada em sacrifícios vãos na guarda de mandamentos. Todas as religiões fazem isso. Isso não faz com que Deus seja glorificado ou engrandecido, mas faz com que os homens se sintam “bem” consigo próprios, vivendo farisaicamente pela sua moral.

A grandiosidade da Majestade de Deus é exaltada, quando nós estamos satisfeitos Nele, mais do que em qualquer outra coisa! Até mesmo, e especialmente, quando sofremos tribulações ou angústias!
Jamais poderemos consagrar a nossa vida e exaltar Deus na Sua Majestade, até que identifiquemos e aborreçamos a derradeira essência da maldade! 

A Bíblia nos exorta a “Estarmos satisfeitos em Deus, a nos satisfazermos na Fonte das Águas Vivas!”
Estamos a lutar a batalha ao nível de feitos? Essa batalha não pode jamais ser de sucesso! A batalha dá-se no nosso interior, naquilo que amamos, no que veneramos, no que nos satisfaz plenamente!
Essa é a batalha que devemos lutar, que mata tudo o que é mau e que faz ressurgir tudo o que é bom!

Por que razão “minimizamos” o Triunfo de Cristo? 
Até que conheçamos, identifiquemos e odiemos no nosso coração a derradeira essência da Maldade, vamos estar a minimizar aquilo que Cristo alcançou na cruz e na Sua ressurreição. Sabes o que Jesus Cristo ganhou na cruz e na Sua ressurreição?

O perdão dos nossos pecados! 
A remoção da ira de Deus sobre o Seu povo! 
A derrota d morte e o Diabo!
A ressurreição dos nossos corpos, no dia da Sua Vinda!
A cura dos nossos corpos, mente e alma! 

A nossa entrada no Novo Céu e na Nova Terra! 
Ele comprou-nos! Está consumado! O preço de tudo isso, está pago por Jesus, ao dar a Sua vida por nós! Todos aqueles que estão em Cristo são co-herdeiros com Ele! 
Mas isso não foi o limite da morte e da ressurreição de Jesus Cristo! “Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus, sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito”. 1 Pedro 3:18. 
Todos nós precisamos de ver Deus, de reflectir Deus, de conhecer Deus e de estar com Deus! Por que razão queremos os nossos pecados perdoados? Para que queremos, afinal, ser justificados? Para que queremos um novo corpo? Mas quem não quer? Somente um idiota não quereria escapar do inferno! E um idiota não é um cristão! 

Jesus usou todos os Seus meios para tirar os obstáculos do caminho do homem, para que ele possa estar na Presença de Deus, “na qual há plenitude de alegria, e à sua direita há delícias para sempre”. Mas para isso temos de preferir Deus a todas as outras coisas, e identificarmos qual é a essência da Maldade que vai dar- nos justamente o oposto!
Precisamos de ver Jesus Cristo como o Mediador para estarmos na Presença de Deus, em vez de O vermos como um meio para não irmos para o inferno! Enquanto olharmos para Jesus desta última forma, jamais desfrutaremos na Presença de Deus!
Por que razão desvalorizamos a glória da vida cristã? 

Se falharmos em enaltecer a glória de Deus e preferirmos a glória de outras coisas, e se não aborrecermos a glória de outros, e virmos isso como essência da Maldade, desvalorizamos a glória da vida cristã.
Muitas pessoas pensam no BEM e fazem BEM, sem que Deus esteja na “equação”. Isso acontece em muitas coisas nas quais nos envolvemos, pensamos e fazemos. Mas a Bíblia nos ensina, “E tudo o que não provém da fé, é pecado”. Rom 14:23. Qualquer que seja a acção ou atitude, que não proceda de fé, é pecado. “Ora, sem fé, é impossível agradar a Deus. Porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus, creia que Ele existe, e que é galardoador dos que o buscam”. Hebreus 11:6.  
Qual é pois a glória da vida cristã? Paulo e o autor da epístola de Hebreus estão a dizer que a nossa vida não agrada a Deus, se não tivermos fé. Ao recebermos o abraço do “Pai”, pela fé, recebemos tudo o que é de Deus, em Jesus Cristo, que veio revelar quem é o Pai.

O Descanso, a Plenitude e a Alegria está totalmente em Jesus Cristo! 
Paulo e o autor da epístola de Hebreus estão simplesmente a dizer que onde isto não está a acontecer, então a vida está sob a maldade do pecado.
Isso é tão radical, quanto o podes receber! E até podes não crer, mas sem fé não podes agradar a Deus!
Qual era a essência da maldade dos fariseus? Eles “devoravam” as casas das viúvas, desprezavam os pecadores, distorciam a Lei de Deus, exploravam os pobres, não sentiam misericórdia, negligenciavam a Justiça, assassinaram o Filho de Deus, mas essa não era a essência do seu mal. 

A essência do mal dos fariseus era amarem o dinheiro, “os fariseus, que eram gananciosos, ouviam todas essas coisas e zombavam dele”. Lucas 16:14, e amavam ser venerados pelos homens! 
Da “fossa” do coração destes homens, por amarem o dinheiro e serem honrados pelos homens, todas as más obras foram-se manifestando nas suas vidas.
E agora o que fazemos com todo este conhecimento? Como o vamos aplicar à nossa vida?
Será que iremos ao mais profundo do nosso ser, e vermos qual é a essência da Maldade que há em nós? Vamos à raiz? Perdemos ou nunca tivemos gosto por Deus, como o Provedor da Vida e da Alegria? Ou temos preferido mais outras coisas ou outras pessoas do que a Deus?

Vamos reconhecer essa maldade em nós mesmos, no mundo à nossa volta, e vamos odiá-la? É pecado, é Maldade! Vamos orar para que, juntos, possamos crescer pelo sangue precioso de Cristo que nos comprou, para que possamos desfrutar da Presença de Deus, e para que estejamos contentes e satisfeitos, crescendo na Sua plenitude, entesourando a Sua glória?

Ao fazermos isso, cresceremos, exaltando a Majestade de Cristo e manifestando o triunfo da cruz e da ressurreição de Cristo, vivendo a glória da vida cristã em Jesus, o nosso Senhor e Salvador! 
Porque somos filhos, somos co-herdeiros! A Criação aguarda a manifestação dos filhos de Deus! “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão para outra vez estardes com temor, mas recebestes o espírito de adopção, pelo qual clamamos: Aba, Pai! O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito, que somos filhos de Deus. E se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, se é certo que com Ele padecemos, para que também com Ele sejamos glorificados. Pois tenho para mim, que as aflições deste tempo presente, não se podem comparar com a glória que em nós há-de ser revelada. Porque a criação aguarda com ardente expectativa, a revelação dos filhos de Deus”. Romanos 8:14-19.

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Restaurando a Alegria

Salmo 1:1-3

Se decidimos crescer, decidamos servir! 

Se queremos estar despertos e não adormecidos, com o nosso entendimento iluminado, então não lutemos contra carne nem o sangue! “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes permanecer firmes contra as ciladas do diabo; pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniquidade nas regiões celestiais. (Efésios 6:11, 12).

A Palavra de Deus ensina-nos que este mundo está no maligno e que nós somos de Deus e fomos comprados pelo precioso sangue do Cordeiro, Jesus Cristo. (1 João 5:19,20). Deus amou ao mundo. Ele não veio ao mundo para julgar o mundo, mas sim para salvar o mundo. (João 3:16-19). Mediante o nosso arrependimento dos nossos pecados, e crermos em Jesus Cristo, há salvação! Há vida eterna!

Há diferentes épocas e estações na vida, umas melhores outras piores, mas precisamos de restauro das nossas forças, restauro da nossa alegria!

O inverno é símbolo de frio e esterilidade. Nós experimentamos invernos espirituais em que não podemos sentir a presença de Deus, e parece que as nossas orações são e vão para o vazio. Nesses tempos é difícil sentirmos a presença de Deus. Mas é aqui que temos de saber a Verdade da Palavra para não nos debilitarmos na fé e nos agarrarmos à promessa de Jesus dada no mandamento da Grande Comissão, “Eu estarei sempre com vocês, até ao fim dos tempos". Mateus 28:20. 

Na primavera, a natureza desabrocha, floresce e parece que tudo fica bem novamente. 

É uma temporada de novos começos. Há sentimentos de conforto e de consolação espiritual, um novo crescimento. Em tempos de primavera parece ser que tudo o que fazes prospera. São tempos de renovação e de bênção! “Tudo é possível ao que crê”. Marcos 9:23. 

No verão o calor aperta. Deus permite que o calor aperte e torna-se desconfortável. Durante esta época começamos a sentir uma pressão, a vida começa a acontecer a um ritmo maís rápido ao nosso redor. O clima espiritual é quente e pegajoso, e a pressão parece nunca baixar. 

No outono começamos a pensar no porquê de tanta pressão recentemente passada. Mas começamos “a olhar em frente”, para os feriados que surgem nessa época. Por vezes nos outonos nostálgicos, perdem-se as possibilidades do que há pela frente, e antes que nos 

apercebamos, estamos já num novo inverno, e num novo ano, e em mais uma nova temporada de vida! Então começará um próximo conjunto de capítulos a desenrolar-se…

As Boas Novas do Evangelho é que seja inverno, verão, primavera ou outono, estamos abençoados! Os nossos pecados e iniquidades são perdoados, as nossas transgressões foram cobertas! Colossenses 2:13 a 15. Podemos nos alegrar no Deus da nossa salvação!

Basta termos alegria no momento certo, pois sem ela, a experiência de vida não será agradável! A verdade é que a nossa alegria é baseada na realidade da nossa fé, e ela só pode ser considerada numa perspectiva eterna. Não podemos permitir que por um momento que estejamos a passar na vida, roube o nosso louvor a Deus e a nossa alegria! Há hoje demasiados cristãos a viverem para Jesus, mas sem alegria. Isso não é o plano de Deus para nenhum dos seus filhos, para nenhum dos seus servos! 

Espero que a Palavra do Senhor te fale te encoraje, para que, independentemente do momento que estejas a passar, saibas que Deus te quer restaurar a alegria em ti! Ele quer que tu vivas uma vida abundante, alegre em todas as coisas, e em cada momento.


CINCO ASPECTOS PARA O RESTAURO DA TUA ALEGRIA

  1. Os teus fracassos não te definem! 

A Bíblia usa palavras: como transgressão, pecado, iniquidade, para indicar os níveis da nossa desobediência a Deus. Todos eles são caracterizados como desobediência para com Ele. O que é uma transgressão? 

Uma transgressão é ultrapassar um limite estabelecido. É ultrapassar um sinal proibido. É entrar numa área onde haja sinal de proibição. É ir para além do que está estabelecido.

O que é pecado?

Pecado é não alcançar a meta do que foi designado. Significa que sabendo o que Deus quer que faças, não o fazes, (ou vice-versa). Pecado é ir para além da transgressão, até ao limite conhecido, e passas voluntariamente a ir além das marcas. Talvez até pensemos que não estamos a fazer exactamente algo errado, mas não estamos a fazer o que sabemos que o Senhor disse para fazermos, ou não fazermos.

E o que é a iniquidade?

Na Bíblia, iniquidade significa maldade, malvadez, ou injustiça grosseira. Significa que cometemos actos de extrema perversidade que são moralmente depravados.

“Ai daqueles que nas suas camas maquinam a iniquidade e planejam o mal! Quando raia o dia, põem-no por obra, pois está no poder da sua mão!”. Miqueias 2:1  

Suponho que esta categoria de iniquidade não se aplica à maior parte das pessoas, mas como pastor, tenho tempo suficiente para saber que até mesmo a pessoa mais fiel na sua vida pública, pode “estar a conduzir” uma vida privada que ninguém conhece. Eu sei que mesmo “boas pessoas” podem estar a lutar contra a tentação e o vício, de maneira que nunca o confessam. E sei também que este tipo de rebelião tem a capacidade de trazer um grande dano a um indivíduo, a uma família e até mesmo a uma igreja. 

Talvez um destes termos, descrevem onde estás agora, mas há uma boa notícia! 

TODOS NÓS PRECISAMOS DE NOS “ESCONDER” NAS FERIDAS DO CALVÁRIO!

Todos nós temos ido além do limite, numa ou em mais das categorias. 

Todos nós estamos aquém do padrão! 

Todos nós já nos rebelamos contra a autoridade de Deus! Mas, ainda assim, somos abençoados através da confissão e do arrependimento! Porque as nossas transgressões, pecados e iniquidades são perdoadas, em Cristo! O preço do teu e do meu pecado já foi pago!

“Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Ele, pela alegria que lhe fora proposta, suportou a cruz, desprezando a vergonha, e assentou-se à direita do trono de Deus”. Hebreus 12:1,2.

Se quisermos experimentar a alegria que é nossa por direito, em Cristo Jesus, então temos de nos livrar da culpa da vergonha e alcançar o perdão! Se não tivermos essa atitude, o pecado nos derrotará e paralisará, e nos dirá que não teremos bom futuro. Busca o perdão e persevera até alcançares a restauração da alegria! Há, porém, um ponto no qual temos de ir para além do perdão, para alcançarmos a alegria. Há muitos cristãos que não entendem que podem receber o perdão e até voltarem a recuperar a alegria, mesmo quando fazem pecados dos “grandes”! O inimigo quer que sejam devorados pelo sentimento da culpa e da condenação o resto das suas vidas. 

O Diabo faz com que alguns se sintam “cristãos de segunda classe”, que realmente não podem louvar a Deus porque ele conhece o seu passado. Mas todos nós precisamos saber que existe outro nível de perdão onde Deus restaura a nossa alegria.

O Diabo tem sempre um plano B para nos derrotar. Ele sabe que não nos pode impedir de orar; que não nos arrependamos; que mudemos os nossos caminhos, e então ele vai tentar distrai-nos, sugerindo-nos uma "segunda melhor" vida. O Inimigo das nossas almas pensa, “Se não puder impedir-te de ser perdoado, então eu tenho de tentar roubar-te a alegria! Vou continuar a mentir-te, sussurrando. Vou trazer-te à memória o teu passado, até que estejas sob uma tal condenação, que a tua vida seja uma “viagem-culpa”, que fiques impedido de receber a tua alegria de novo!” 

A ALEGRIA DO SENHOR É A NOSSA FORÇA!

O Salmista orou: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável. Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo espírito. Restitui-me a alegria da tua salvação, e sustém-me com um espírito voluntário” Salmo51:10-12. 

Existem tantos cristãos que não entendem o poder da Graça de Deus e as profundezas da Sua misericórdia. Eles vivem o seu dia-a-dia, sabendo que estão perdoados e que vão para o céu, mas vivem também com o sentimento que têm de pagar pelo que fizeram! Vivem tristes, culpados e condenados pelo resto das suas vidas.

Mas nada poderia estar mais longe da verdade, de acordo com a Palavra de Deus! “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” (1Joãoo 1:9, 10).  

Propõe no teu coração, "Eu vou ficar alegre de novo! Eu vou sorrir novamente! Eu vou ter uma visão positiva de novo! Eu quero viver de novo! Vou acreditar que quando Deus diz em Jeremias: " Os planos que Ele tem para mim, para o meu futuro, são para o bem e não o mal!"

Precisas de acreditar que Deus vai transformar todos os teus erros e as tuas terríveis obras pecaminosas, em testemunhos da Sua fidelidade, da Sua graça, da Sua misericórdia e especialmente do Seu perdão! 

  1. As tuas circunstâncias não definem quem tu és! 

Nós estamos tão familiarizados com a passagem “Alegrem-se sempre no Senhor! Novamente, digo-vos, alegrem-se!” (Filipenses 4:4), mas muitos não sabem que Paulo faz esta declaração quando estava na prisão! As Sagradas Escrituras têm inúmeros testemunhos de homens e de mulheres de Deus que gritaram o “ Impossível”, mas no entanto superaram os seus obstáculos! David fala das pressões e das circunstâncias da vida quando diz, “Pois de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim. A minha força foi se esgotando como em tempo de seca”. Salmo 32:4.  

Quando a temporada de “verão” chega, as entradas e saídas da vida diária podem realmente aumentar a pressão. David chegou a lugares pesarosos, tempos difíceis, e até mesmo ao fracasso em muitas ocasiões, mas, no processo de lidar com o seu próprio pecado, ele sempre redescobriu essa verdade intemporal de que em todas as coisas e em todos os tempos, ele era um homem abençoado, porque as suas transgressões estavam perdoadas e ele estava na mão de um Deus amoroso e justo. 

Tal como David, precisamos de nos lembrar que há um Deus para o qual não é importante qual é a época que estejamos a passar. O Seu amor, a Sua graça e a Sua misericórdia são intermináveis e não conhecem limites!

Por vezes nós deixamos as nossas circunstâncias determinarem se temos ou não alegria, e se vamos ou não poder estar alegres, mas a verdade é que somos abençoados devido ao que Jesus fez na Cruz! Essa é uma Promessa segura em qualquer época da vida! 

As nossas circunstâncias, não importam o quão terríveis sejam, jamais vão mudar essa verdade eterna, para qualquer filho de Deus!

Pensamos com facilidade que não somos abençoados quando as coisas vão mal! 

Pensamos que Deus não está satisfeito connosco quando as coisas não estão correndo de feição e surgem dificuldades no caminho. Mas não permitamos que as circunstâncias determinem pensarmos que é diferente a maneira como Deus nos vê. Devemos chegar ao ponto onde reconhecemos que somos abençoados em todos os momentos. Devemos confiar nas Promessas de Deus na Sua Palavra, onde Ele diz, vez após vez, que somos amados e que estamos na palma da Sua mão. 

Temos de nos agarrar à promessa de Deus em Romanos 8:28, “Sabemos que Deus age em todas as coisas para o bem daqueles que O amam, dos que foram chamados de acordo com o seu propósito”. Para José foi uma prisão. 

Para Job foi uma onda de más notícias e desgraças, uma após outra, até ficar sem nada. Para David era uma caverna. Para Paulo e Silas também foi uma prisão. E para os discípulos foi a muita tristeza no solene cenáculo, por ocasião da morte do seu Salvador.

“A mulher que está dando à luz sente dores, porque chegou a sua hora; mas, quando o bebé nasce, ela esquece a angústia, por causa da alegria de ter nascido no mundo uma criança. Assim acontece com vocês: Agora é hora de tristeza para vocês, mas eu os virei outra vez, e vocês se alegrarão, e ninguém lhes tirará essa alegria. Até agora vocês não pediram nada em meu nome. Peçam e receberão, para que a alegria de vocês seja completa!” (João 16:21-24).  

Se não estivermos cheios de alegria, então não estamos cheios da Palavra de Deus, mas muito cheios da filosofia do mundo, que é instável. A filosofia do mundo não é construída sobre o fundamento da fé, mas sim na capacidade e na incapacidade do homem. O mundo nunca vai ver em ti o que o Senhor vê! Lembra-te que a tua fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem!

Deus quer que tu tenhas numa explosão de alegria! Ele quer que tu saias desse sofrimento, dessa depressão, dessa tristeza, dessa atitude de "ai pobre de mim!". 

Não precisamos ser sempre uma capa do Livro de Lamentações, e andar todo o tempo a chorar! Chega o momento em que temos que ter a alegria do Senhor, e dizermos a nós mesmos e aos outros, “Sabes que eu vejo as circunstâncias, os desafios, as injustiças, o pecado. Eu sei aquilo que vejo, mas eu sei que eu sou um filho do rei! Eu sou filho de Deus! Eu sou aceite no Amado! Eu já fui perdoado em Cristo Jesus, tenho um propósito em Cristo. É Cristo quem ordena os meus passos, não é o Diabo, e não são as circunstâncias! E ainda digo mais! Nenhuma arma forjada contra mim, prosperará!” 

A ALEGRIA DO SENHOR É A NOSSA FORÇA!

  1. Aquilo que outros pensam, dizem ou fazem, não te definem! 

“Tu me farás conhecer a vereda da vida. Na tua presença há plenitude de alegria! À tua mão direita há delícias perpetuamente”. Salmo 16:11. 

Como pastor, seria negligente se não te avisasse que existem ladrões de alegria. Entre nós estão alguns, que são os nossos críticos, que falam apenas crítica e condenação, e geralmente vendo tudo numa perspectiva negativa. São os peritos a verem o argueiro nos nossos olhos, mas não enxergam “a trave” que têm nos olhos deles. (Mateus 7:3).

O Ladrão número um da alegria é o medo daquilo que as outras pessoas pensam sobre nós. No entanto, é um presente maravilhoso, sabermos que Aquele a quem servimos é um Amigo mais chegado do que um irmão! Deus vê-te como uma pessoa de enorme potencial e de incrível valor!

Seja a vossa vida isenta de ganância, contentando-vos com o que tendes. Porque ele mesmo disse: “Não te deixarei, nem te desampararei”. De modo que com plena confiança digamos: O Senhor é quem me ajuda! Não temerei! O que me fará o homem? Hebreus 13:5,6.  

Tenho de chegar ao ponto de confessar, "Eu não me importo com o que os outros pensam ou dizem. Eu não ligo para o que as pessoas tentam fazer. Eu não me importo com nada, excepto em saber que amo o Senhor e que Ele me ama."

A preocupação com aquilo que as pessoas dizem ou pensam de nós, rouba a nossa alegria. Precisamos de nos preocupar mais com o que Deus pensa de nós e descansar nisso. Termos confiança Nele. Ele é o nosso Advogado, e Ele é Aquele que nos protege.

Quantas pessoas vivem em Cativeiro devido ao que os outros possam estar a dizer, ou pensar deles. Que nenhum homem te roube a alegria.


4. A verdadeira alegria somente é encontrada na Presença de Deus 

“Tu me farás conhecer a vereda da vida. Na Tua Presença há plenitude de alegria! À tua mão direita há delícias perpetuamente. (Salmo 16:11).  

Pergunto-me tantas vezes se nós cremos nisso, realmente. Creio que sim. Acho que quando tomamos uma decisão nalgum momento da nossa vida para sermos diferentes, para darmos a tua vida a Jesus e segui-lo a todo o custo, percebemos que existem coisas que somente podemos consegui-las na Presença de Deus, e jamais em qualquer outro lugar!

Na Presença de Deus há plenitude de alegria! À sua mão direita há delicias para sempre. Experimentamos isso conforme o grau de alegria que vivenciamos cada dia! 

Não precisamos de ir muito longe. Simplesmente, precisamos de parar, chamarmos por Jesus, e desfrutarmos da Presença do Espírito Santo! Isso é oração. É realmente assim tão simples! No entanto, nós enchemos as nossas vidas com tudo, menos com o simples gesto de nos sentarmos com mais frequência aos pés do nosso Mestre, o Senhor Jesus Cristo.

“Não fiques tão apressado, tão estressado na tua vida! Que se evidencie a Presença de Deus! Não percas de vista o Mestre!”

 O Pai do céu quer passar tempo connosco, porque esses momentos vão trazer-nos alegria plena. O Salmista entendeu perfeitamente quando disse, “Tu me farás conhecer a vereda da vida! Na Tua Presença há plenitude de alegria! À tua mão direita há delícias perpetuamente!”

Outros ladrões da alegria são o Stress, a pressão, as diversas ocupações, os negócios da vida moderna, a sociedade em que vivemos... Mas graças a Deus, eles não têm poder sobre nós ou sobre as nossas vidas. As nossas vidas estão nas mãos do Dador da vida, o Dador da alegria!

5 – O estarmos bem focados, é tudo o que precisamos!

Satanás é o grande enganador, e é chamado de Acusador dos irmãos. A sua missão é nos distrair, desencorajar e acusar. Faz parte do plano diabólico que nos mantenhamos focados no nosso pecado, nas nossas circunstâncias, e no que os outros dizem ou pensam sobre nós. Tudo é planeado com uma finalidade inteligente, a de privar-nos de buscarmos a presença de Deus para que não aprendamos a viver a verdade sobre quem somos, e tudo o que temos por direito como filhos de Deus. Quanto tempo passamos nós sem nos quebrantarmos? Há quanto tempo nem nos emocionamos durante um tempo de louvor ou adoração a Ele, num culto? Sentes comover-se a tua alma, ou somente deixas-te levar pela melodia e pela letra?

Desejas encontrar-te com Deus? Abres o teu coração no altar? Já alguma vez sentiste o Seu amor e o seu perdão? Alguma vez estremeceste à Sua voz ao chamar-te aos seus braços, a abraçar-te, a te sentires aceite?

Muitos filhos de Deus perdem o seu primeiro amor para com Deus. Ainda existe alguma coisa na tua vida que move o teu coração para Deus? Precisamos criar resistências contra a dormência da sociedade. Como igreja, e como um ministério de amor e de compaixão, precisamos estar sensíveis ao poder da Presença do Espírito Santo. 

Vamos despertar e brilhar nesta hora! 

Estamos acaso a competir com a saturação de tudo o que vem contra a nossa família 24 horas por dia? Necessitamos da Presença de Deus na igreja, nas casas e nas nossas famílias!

Elias era um profeta fiel a Deus, mas passou por momentos destes na sua vida, sem alegria, sem prazer, e com boas razões. Ele estava sob pressão, as circunstâncias eram extremamente difíceis, em perigo de vida. A rainha, sua inimiga, queria vê-lo morto.

Elias pensou que seria uma grande e extraordinária manifestação de Deus que iria estimulá-lo e o iria tirar da sua depressão, e então ele determinou buscar a Presença de Deus. Uma tempestade veio e Deus não estava no redemoinho. O fogo caiu, e Deus não estava no fogo. Depois um relâmpago bateu, e foi brilhante e surpreendente, mas Deus não estava em nada disso. A terra tremeu, mas Deus não estava no terremoto. Mas, em seguida, a Bíblia diz, “Veio depois uma voz mansa e delicada. E Elias encontrou o Deus vivo”.

Isso é o que está em falta nas nossas vidas. Se não tivermos cuidado de passarmos tempo na Presença de Deus, vamos perder o que é nosso, por direito. A alegria do Senhor, que é a nossa força!

Não nos acomodamos à rotina de dizermos que amamos a Deus, mas deixemos que Ele nos toque. Nós precisamos da Sua Presença.

Abramos espaço para a Sua Presença! Há uma guerra em curso, e o inimigo quer levar as pessoas cada vez mais à maldade, à perversão, à imoralidade e à iniquidade. O Espírito Santo enviará uma mensagem que pode parar tudo e despertar a “consciência da ocupação” e a “esterilidade” das nossas vidas. Se estivermos sensíveis ao movimento do Espírito Santo, alguma coisa vai começar a agitar-se! Que o nosso coração possa dizer, "Ó Deus, isto não é onde eu deveria estar! Eu preciso de ti! "

Para vermos a nossa vida alegre, oremos, “Santo Espírito, eu não quero perder a tua alegria em mim. Senhor, faz-me conhecer vereda de vida na tua Presença, onde há plenitude de alegrias; e onde à tua mão direita, há delicias para sempre! Tu és Senhor! Eu tenho sido estimulado por outras coisas, e elas têm consumido a minha vida. Eu quero colocar-te a Ti, Senhor, no lugar que a Ti pertence! Eu te agradeço, Senhor, pelo teu perdão, porque me liberta da culpa e da vergonha do meu pecado, e eu confesso com a minha boca que as circunstâncias não me definem. Tu, Senhor, defines quem eu sou e o meu propósito. Eu determino agora ouvir o que tu dizes acerca de mim, quando estou a ser julgado e criticado por outros, porque eles não definem quem eu sou, e o que serei. Eu confesso o meu pecado agora, e me arrependo dele e peço-te perdão! Eu estou determinado a tomar tempo a cada dia para estar na Tua Presença, sabendo que na Tua Presença há plenitude de alegrias! Os meus olhos vão estar fixos em Ti, de forma que as vozes do Inimigo não me vão distrair do alvo. Eu sou teu, Senhor! Somente Teu! Tu me lavaste com o Teu sangue precioso e com a Tua Palavra de Verdade. Recuso-me a viver uma existência morna, dormente, onde não há alegria! Eu te amo senhor e te agradeço o teu sangue precioso, a minha salvação e por seres o Senhor da minha vida!”

 Faz da alegria a tua escolha! Não permitas que o inimigo te coloque num canto, no seu plano B, e te destrua. Se jesus pôde perdoar os nossos pecados e esquecer as nossas iniquidades, então também devemos de ser capazes de deixá-los na cruz. O inimigo quer sobrecarregar-nos com a culpa, mas Jesus diz:

"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as vossas almas, pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve!" Mateus 11:28-30.

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Chamados a um Compromisso

SALMO 8

ÓH SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome em toda a terra, pois puseste a tua glória sobre os céus! Tu ordenaste força da boca das crianças e dos que mamam, por causa dos teus inimigos, para fazer calar ao inimigo e ao vingador. Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; Que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites? Pois pouco menor o fizeste do que os anjos, e de glória e de honra o coroaste. Fazes com que ele tenha domínio sobre as obras das tuas mãos; tudo puseste debaixo de seus pés: Todas as ovelhas e bois, assim como os animais do campo, As aves dos céus, e os peixes do mar, e tudo o que passa pelas veredas dos mares. ÓH SENHOR, Senhor nosso, quão admirável é o teu nome sobre toda a terra! Salmos 8:1-9

Especial incidência no v. 4

Que é o homem mortal para que te lembres dele? E o filho do homem, para que o visites?

Quem somos verdadeiramente para que Deus aja desta maneira em favor do homem?

Só vemos como verdadeiramente somos, quando confrontados com a beleza ou a santidade de Deus, tal como aconteceu com Isaías 6:1-5

Demos uma vista de olhos pelas páginas da Bíblia para relembrarmos as pessoas que somos, das quais Deus se lembra e visita:

Adão e Eva – Génesis 3:11-13
Caim e Abel – Génesis 4:8,9
Enoque e Noé – andaram com Deus (o que também acontece) Génesis 5:22-24; 6:9

Abraão e Sara – usaram Agar para servir de esposa substituta de Sara, e depois movida por ciúmes e inveja ao vê-la grávida do seu marido, leva a que Agar fuja de casa dela. (O que tantas vezes acontece com tantos de nós que passamos a vida a fugir de outros, esquecendo-nos que é de nós mesmos que não somos capazes de fugir).

Podemos ainda mencionar alguns casos que manifestam a natureza mais pura do que é o homem mortal – Acã, Geazi, os reis maus de Israel…etc. etc.

QUE É AFINAL O HOMEM OU O FILHO DO HOMEM, PARA QUE TE LEMBRES DELE E O VISITES?

Na plenitude dos tempos deus envia Jesus. Gálatas 4:4

Em Nazaré na cidade onde viveu e cresceu, depois de lhes mostrar quem verdadeiramente é o povo age de forma anormal. Em vez de o receberem e de desfrutarem do seu ministério decidem matá-lo. Lucas 4

SOMOS O QUE SOMOS E O QUE É QUE VALORIZAMOS?

Os gadarenos rogam-lhe que os deixe em paz.
Os de Sicar pedem-lhe que fique mais alguns dias com eles.
Os religiosos detestam-no.
O povo quere-o.

E NÓS? O QUE É QUE ESTAMOS DISPOSTOS A FAZER COM A SUA VISITA?

Ora, ia com ele uma grande multidão; e, voltando-se, disse-lhe: Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo. Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores, e pede condições de paz. Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo. Bom é o sal; mas, se o sal degenerar, com que se há-de salgar? Nem presta para a terra, nem para o monturo; lançam-no fora. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Lucas 14:25-35

Quem não reúne as condições não pode ser meu discípulo, diz Jesus nos versos 26,27,33.

O reino é semelhante a quem está disposto a deixar ou vender tudo para adquirir o que há de melhor.

Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo. Outrossim, o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas; E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a. Mateus 13:44-46

Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me; Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, e quem perder a sua vida por amor de mim, achá-la-á. Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma? Mateus 16:24-26

Alguns de nós achamos que se trata de uma grande exigência e que é difícil fazer aquilo que é pedido. Outros acham que diante destas condições nem pensar.

Mas o testemunho de Jesus é bastante claro. Ele pede de nós algo que não é tão exigente como o que Ele fez para nos visitar.se é muito o que Ele pede é porque nunca vimos o que Ele deixou para estar connosco. Ora veja:

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz. Filipenses 2:5-8

Lemos de testemunhos de homens que deixaram tudo sem questionar nem preços ou condições.

Mateus, chamado deixou tudo de imediato:

E Jesus, passando adiante dali, viu assentado na recebedoria um homem, chamado Mateus, e disse-lhe: Segue-me. E ele, levantando-se, o seguiu. Mateus 9:9

Simão Pedro e André seu irmão:

E Jesus, andando junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e André, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores; E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Então eles, deixando logo as redes, seguiram-no. Mateus 4:18-20

Tiago e João:

E, adiantando-se dali, viu outros dois irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, num barco com seu pai, Zebedeu, consertando as redes; E chamou-os; eles, deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-no. Mateus 4:21-22

Quando a esposa de Zebedeu chegou a casa e não viu os filhos perguntou ao seu marido o que lhes tinha acontecido. Ele balbuciando, acabou por lhe dizer que tinham deixado tudo para seguirem Jesus. A mulher virou-se para Zebedeu disse-lhe: “Sendo assim eu também me vou embora ter com Jesus”.

E tu, estás disposto a assumir um compromisso com Jesus?

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Saídas Gloriosas! Saídas Ruidosas!

1. COM JOSUÉ 

A caminho da Terra Prometida, o povo de Deus precisou conquistar Jericó, a cidade amuralhada com muros indestrutíveis. A estratégia a ser usada foi divina. “Quando soaram as trombetas o povo gritou. Ao som das trombetas e do forte grito, o muro caiu. Cada um atacou do lugar onde estava, e tomaram a cidade. Consagraram a cidade ao Senhor.” Josué 6:20, 21. 

As trombetas soaram! O povo gritou! O muro caiu! A cidade foi conquistada! 

Houve uma Grande Vitória daquilo que parecia ser uma grande dificuldade!


2. PAULO E SILAS   

Outra Grande Vitória contada no Novo Testamento, foi quando depois do Apóstolo Paulo se ter separado de Barnabé para que cada um seguisse a sua missão de pregar o Evangelho, foi preso juntamente com Silas. Estando presos no tronco, grandemente feridos pelos açoites dos soldados, foram colocados no lugar mais escuro do cárcere, e sendo já noite, cantavam hinos de louvor ao Senhor, pois as circunstâncias não definiam o seu estado de ânimo. Eles criam que a alegria do Senhor é a nossa força, e embora Paulo ainda não tivesse escrito a carta aos Romanos, já tinha a revelação de que “todas as coisas concorrem juntamente para o bem de aqueles que amam a Deus, dos que foram chamados de acordo com o Seu propósito”. 


E à meia-noite, a prisão onde estavam, tremeu, pois um grande terramoto sacudiu aquele lugar. Quando o povo louva a Deus com convicção, com ação de graças, sucedem coisas maravilhosas! Os alicercerces se moveram, mas as paredes não cairam. Somente as portas e ferrolhos foram abertos e todos os prisioneiros ficaram soltos. Foi um terramoto sobrenatural!


O carcereiro pensou que todos os presos tinham fugido. Mas não! Estavam todos ali! Mas o maior milagre foi quando o carcereiro tentou suicidar-se, e Paulo impediu-o, dizendo-lhe: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e a tua casa!” E assim aconteceu.

Será que já reparaste, ouviste falar ou já ensinaste sobre esta porção da Escritura em Atos 16:29- 40? Vamos ver que grande lição tem esta passagem para nós, neste tempo em que vivemos, como Igreja e como filhos de Deus!

“O carcereiro pediu luz, entrou correndo e, trémulo, prostrou-se diante de Paulo e Silas. Então levou-os para fora e perguntou: “Senhores, que devo fazer para ser salvo? “erramio” - Eles responderam: “Crê no Senhor Jesus, e serás salvos, tu, e os da tua casa!” E pregaram a Palavra de Deus, a ele e a todos os da sua casa. Naquela mesma hora da noite, o carcereiro lavou as feridas deles. Depois, ele e todos os seus foram batizados. Então os levou para a sua casa, serviu-lhes uma refeição, e com todos os de sua casa, alegrou-se muito por ter crido em Deus.”

Quando amanheceu, os magistrados mandaram os seus soldados ao carcereiro com esta ordem: “Solte esses homens!”. O carcereiro disse a Paulo: “Os magistrados deram ordens para que tu e Silas sejam libertos. Agora podem sair! Vão em paz!”

Mas Paulo disse aos soldados: “Sendo nós cidadãos romanos, eles nos açoitaram publicamente sem processo formal e nos lançaram na prisão! E agora querem livrar-se de nós, secretamente? Não! Venham eles mesmos e nos libertem!”

Os soldados relataram isso aos magistrados, os quais, ouvindo que Paulo e Silas eram romanos, ficaram atemorizados. Vieram para se desculpar diante deles e, conduzindo-os para fora da prisão, pediram-lhes que saíssem da cidade. Depois de sairem da prisão, Paulo e Silas foram à casa de Lídia, onde se encontraram com os irmãos, e os encorajaram. E então depois partiram.” 

Os magistrados pediram que por favor saissem dali, mas sem fazer mais ruído!

A sociedade de hoje, quer afastar Deus de tudo o que se relaciona com os valores morais, éticos, sociais e familiars. “Que haja total separação”, dizem. 

O laicismo – separação de Deus do estado –já foi tentado aqui, e aos poucos vai-se deslocando cada vez mais para longe da ideia e do conceito de que o homem necessita a Deus!

Paulo respondeu-lhes:“Não nos levarão de forma silenciosa, nem nos farão silenciar! Nós somos cabeça e não cauda!” (Deuteronómio 28:13). Podemos fazer muito mais abundantemente, segundo o Seu poder. (Efésios 3:20). Mandaram-nos para a prisão, publicamente, expondo-nos diante de todos, e agora querem que, em silêncio, nos libertem? Será que desejam que, como crisãos, andemos por esta cidade silenciosamente e secretamente, em bicos de pés, como se Deus não me tivesse libertado milagrosamente, e que fosse Ele a me ter dado a vitória sobre tudo aquilo que o inimigo me tentou fazer? Não foi para isso que Jesus nos salvou, para vivermos sossegados, silenciosos, em segredo!”

Esta passagem é uma referência para a maneira como a Igreja deste tempo, ao receber os sinais biblicos de estes serem OS ÚLTIMOS TEMPOS, se deve comportar antes da Vinda do Senhor!

Sim, Jesus vem a qualquer momento, arrebatar a Sua Igreja! E no Fim dos Tempos Jesus voltará dos céus com a Sua Igreja Triunfante! (Apocalipse 19:11-17). Podes pensar o que quiseres, mas está escrito, e assim será!

A Igreja nestes últimos tempos deve ser uma Igreja que não deve estar disposta a ser silenciada! A estratégia do Inimigo não é a de eliminar a Igreja, mas de fazer com que ela não seja frutífera!

Os Principados e as Potestades da Maldade, operam de maneira a silenciar a Igreja, para que ela fique quieta, calada, fechada entre “as suas quatro paredes”, que a Igreja seja a Igreja, mas “no seu canto”!

O laicismo, o secularismo francês, o laicismo ou a laicidade é um princípio político que rejeita a influência da Igreja na esfera pública do Estado, considerando que os assuntos religiosos devem pertencer somente à esfera privada do indivíduo. A aceitação estrita e oficial deste princípio é a separação entre os assuntos da Igreja ou religião, do Estado. 

 
QUAL É O SISTEMA POLITICO ONDE VIVEMOS?

A Pós-Modernidade acentua-se na Pluralização, na Privatização e na Secularização.

A PLURALIZAÇÃO é a promoção e valorização, em pé de igualdade das diferentes ideias de valores modelos e crenças, bem como a não valorização de uma verdade absoluta, ou de uma verdade que esteja acima de outras verdades. Sendo assim, tudo é relativo e nada é de vital importância ou relevância, inclusivé Deus, ou até mesmo a opinião sobre Deus.

Cada um vive com a sua opinião, (mesmo que seja ausente de uma verdade absoluta, que é Deus), e convive com a sua própria opinião e aceita a dos outros. “Mas cada um com a sua!” As diferentes opiniões têm igual valor. Tudo é relativo… 

A PRIVARTIZAÇÃO são as nossas escolhas que “são soberanas”. Cada qual tem a sua própria verdade, e cada um deve viver em função da sua própria verdade, independentemente de tudo o demais! Dizem, “Eu assumo as minhas escolhas e ninguém tem nada a ver com isso!” Como se cada indivíduo fosse uma ilha!...  

A SECULARIZAÇÃO é quando o homem põe Deus à margem da vida, e apenas o invoca nos “recintos sagrados”, sem deixar que Ele integre as áreas do seu dia a dia. O homem passa a “viver com Deus”, uma vez por semana, (no dia de culto), e tudo o que faz além disso, está à margem de Deus! 

É um processo através do qual a religião perde a sua influência sobre as variadas esferas da vida social. Essa perda de influência repercute-se na diminuição do número de membros das religiões e das suas práticas, na perda do prestígio das Igrejas e das Organizações religiosas, na influência na sociedade, na cultura, na diminuição das riquezas das instituições religiosas, e, por fim, na desvalorização das crenças e dos valores a elas associadas.

A partir do século XIX, houve um progressivo declínio da influência das instituições religiosas tradicionais. Este declínio verificou-se tanto na prática dos fiéis, como na dificuldade crescente em recrutar o clero para o desenvolvimento e manutenção das instituições. 

A maior parte dos estudos versou a tentativa de compreensão deste fenómeno. 

Hoje, a investigação já não se centraliza tanto nas CAUSAS e nas RAZÕES da Secularização, mas NAS POSSIBILIDADES DA RELAÇÃO DA MODERNIDADE COM A RELIGIÃO.

O mundo diz, “Tudo é relativo! Eu é que sei o que tenho que fazer na questão de Deus!” Mas será que Deus é apenas “algo relativo a uma religião que se pratica ou confessa, uma espécie de hobbie?” 

O AGNOSTICISMO – Agnóstico é o que qualifica aquilo que está vinculado ao agnosticismo. O agnosticismo é uma posição filosófica que sustenta que as questões divinas e aquilo que vai mais além da experiência, escapam da compreensão dos seres humanos. Os indivíduos agnósticos, por conseguinte, afirmam que o divino não é acessível ao entendimento das pessoas. Os agnósticos, no sentido mais amplo, são da opinião de que existem determinadas afirmações que não podem ser analisadas a partir dos valores de veracidade. 

De acordo com a lógica, algo pode ser verdadeiro ou falso, mas para os agnósticos, as expressões relacionadas com temas metafísicos e religiosos não podem ser submetidos a esta consideração, uma vez que não são de fácil discernimento, nem entendidas pela razão.

O ATEÍSMO é a condição daqueles que não acreditam em Deus. O ateu é, por conseguinte, uma pessoa que não crê em nenhuma divindade ou entidade sobrenatural. Pode-se dizer que o ateísmo é o oposto do teísmo, que á a doutrina daqueles que defendem a existência de uma ou mais divindades. 

Por vezes o ateísmo é confundido com o agnosticismo. Os agnósticos, porém, não descartam a possibilidade de existir um Deus, pois consideram que o divino escapa da compreensão humana, e, por conseguinte, desconhecem a sua eventual existência. Os ateus, por sua vez, não acreditam nas divindades, ou, dito de outra forma, acham que Deus não existe.

Hoje vivemos num tempo em que o ser humano é estimulado pelas sensações. O Inimigo foi desmoronando o estímulo da convicção através da revelação da Verdade com a introdução de ideais e filosofias vãs. Por isso ele quer continuar a impelir cada vez mais para que a igreja “vá ficando no seu canto”. 
O Inimigo quer que a Igreja, “faça o que faça”, não seja de impacto na sua comunidade, na sua cidade, no seu país, no mundo! Quer que sejamos Igreja, mas de forma discreta, que sejamos Igreja de “alta manutenção” e de “pouco impacto”, em vez de ser de Grande Impacto e de Pouca Manutenção.

     3. LIVRO DE ACTOS

 
Na história de Actos, observa-se que é este tipo de postura que a Igreja deve tomar perante situações difíceis. Paulo poderia ter dito, “A Bíblia diz que o fruto do Espírito é paz, bondade, longanimidade…” Mas não! Paulo sabia quando deveria ser como um leão e quando tornar-se como um cordeiro! 
“Tem de existir sempre um leão e um cordeiro no Corpo de Cristo!” 
Há o tempo em que temos de ser longânimes, benignos e bondosos, mas há o tempo em que temos de dizer, “Não vamos sair silenciosamente!”. 

“Queres que nos calemos?” Então vamos pregar mais alto! “Queres que retrocedamos?” Nós não vamos retroceder! Decidimos seguir a Cristo! A Cruz na frente, o mundo atrás!... Estamos aqui para proclamar a resposta! E Jesus é a Resposta! Não podemos deixar de influenciar, e vamos fazê-lo cada vez mais! 
Precisamos de retomar esse lugar que perdemos! Temos de colocar a Luz sobre o monte, para que todo o mundo saiba que Jesus é o Senhor, que é o único Deus, o único Nome no qual há Salvação! 
O Diabo vai continuar a querer que estejamos em silêncio, que nos entretenhamos nos nossos programas internos, e que não façamos muito barulho! Que não testifiquemos muito! Ele quer-nos entreter, fazendo-nos pensar que o que importa é que tu iremos com o Senhor, mesmo que o resto do mundo vá para o inferno. Por isso incita os filhos de Deus, “Não faças muito “ruído” sobre Jesus! Não testifiques!...” Não sejas ousado! Tem vergonha! Não estejas cheio do Espírito Santo! Vais ser arrebatado quando Jesus voltar!... Anda de forma ordeira sem fazeres muitas ondas! Anda silenciosamente!...”
Cada vez mais se prega o “politicamente correto”. Não se falam de certos temas, de assuntos polémicos. Conhecemos e sabemos o que é a Verdade, mas silenciamos. 
“Louva a Deus, mas de forma silenciosa! Adora, mas de forma silenciosa!” Por vezes parece que não estamos a cultuar ao nosso Deus! Mas Ele é o mesmo, Ontem, Hoje e para sempre, eternamente! 
E não podemos andar silenciosamente! Temos de cumprir o nosso ministério com júbilo, cheios do Espírito, profetizando, adorando, proclamando o Ano do Senhor, a Liberdade dos cativos, a Vista aos cegos, a Esperança aos que estão angustiados! 
Quando Jesus nos vier buscar, temos de estar como vasos, cheios do Azeite Santo da Unção, cheios de alegria e não de medo! “E este Evangelho do Reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o Fim”. Mateus 24:14.  

 
A BENÇÃO SOBRE A IGREJA DO ÚLTIMO TEMPO 

 
A Igreja dos ÚLTIMOS TEMPOS precisa conhecer esta revelação! 
As maldições dos Tempos do Fim não vão acontecer ao povo de Deus! Mas o povo de Deus, a Sua Igreja, pode abreviar os Tempos do Fim!
Não foi Plano de Deus que vivamos em silêncio, sem professarmos abertamente a nossa fé! Não é Plano de Deus que a Igreja dos Tempos do Fim, se perca! Não é Plano de Deus que vivamos debilitados! 
É nosso dever, vivermos fortalecidos no Senhor e fazermos grandes coisas em Seu Nome!
O Diabo está a desejar tanto o Arrebatamento, quanto a Igreja! A igreja na Terra atormenta-o até que ele vá para o Inferno. 
Ele está em tormento cada vez que a Igreja se reune para glorificar o Nome de Jesus! 


Fica aqui uma questão. Já viste o Evangelho de Jesus Cristo a ser insultado publicamente? Os milagres de Deus a serem ridicularizados? As curas, pregações, ministérios, a serem ridicularizados publicamente? Será que já viste a Fé a ser insultada pelos Média, no cinema, na Internet?

Se isso é feito publicamente, não me digam por favor, que querem que a Igreja saia, seja arrebatada silenciosamente! Creio que ainda vamos ver grandes sinais, maravilhas, milagres e conversões, em locais e etnias que jamais pensamos que acontecessem! E porque o Senhor é quem tem a última palavra, Ele diz que “Nos preparará uma mesa na presença dos nossos inimigos”. (Salmo 23)
Deus disse aos israelitas, “Eu farei dos gigantes que vocês enfrentam, pão para vocês, e eles vos farão fortes!”

Em vez de te stressares com os desafios que te surgirem, crê que eles serão apenas “combustível” para cumprires a GRANDE COMISSÃO! Os desafios, os problemas, os stresses, serão para ti como combustível, e farão com que a tua paixão aumente, as tuas orações sejam mais ardentes e mais poderosas, e o teu compromisso seja cada vez maior!
            

      4. NOÉ TEVE UMA GRANDE SAÍDA! 

 
Todos aqueles que fizeram troça de Noé enquanto ele construia a arca, e que viram que começava a chover fortemente, e que já tinham entrado todo o tipo de espécies de animais na Arca, e que viram a porta a se fechar,  também viram que a sua saída não foi silenciosa! As águas eram profundas! 

 Noé obedeceu em tudo a Deus, mas Deus não o mandou sair silenciosamente! 

“No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezassete dias do mês, romperam-se todas as fontes do grande abismo, e as janelas do céu se abriram, e caiu chuva sobre a terra quarenta dias e quarenta noites. Nesse mesmo dia, entrou Noé na arca, e juntamente com ele, os seus filhos, Sem, Cão e Jafé, como também a sua mulher e as três mulheres dos seus filhos, e com eles, todo o animal segundo a sua espécie, todo o gado segundo a sua espécie, todo o réptil que se arrasta sobre a terra, segundo a sua espécie, e toda a ave segundo a sua espécie, pássaros de toda qualidade. Entraram para junto de Noé na arca, dois a dois, de toda a carne em que havia espírito de vida”. Génesis 7:11-15.
             

      5. ELIAS NÃO SAIU SILENCIOSAMENTE! 

 
Ele foi levado ao céu num redemoinho, por cavalos de fogo, e Eliseu gritou. 

“De repente, enquanto caminhavam e conversavam, apareceu um carro de fogo e puxado por cavalos de fogo que os separou, e Elias foi levado aos céus num redemoinho. Quando viu isso, Eliseu gritou: “Meu pai! Meu pai! Tu eras como os carros de guerra e os cavaleiros de Israel!” E quando já não podia mais vê-lo, Eliseu pegou as próprias vestes e as rasgou ao meio. Depois pegou no manto de Elias que tinha caído, e voltou para a margem do Jordão. Então bateu nas águas do rio com o manto e perguntou: “Onde está agora o Senhor, o Deus de Elias?” Tendo batido nas águas, elas se dividiram e ele atravessou. 2 Reis 2:11-14.

       6. SANSÃO 

 
Sansão foi levado ao templo pagão, e esteve face a face com milhares de filisteus que escarneciam do seu Deus. E Sansão não teve uma saída silenciosa! “Oh Soberano Senhor, lembra-te de mim! Oh Deus! Eu te suplico, dá-me forças, mais uma vez!” Juízes 16: 23-30.

Os líderes dos filisteus se reuniram para oferecer um grande sacrifício ao seu deus Dagom e para festejar. Comemorando a sua vitória, diziam: “O nosso deus entregou o nosso inimigo Sansão nas nossas mãos”. Quando o povo o viu, louvou o seu deus: “O nosso deus nos entregou o nosso inimigo, o devastador da nossa terra, aquele que multiplicava os nossos mortos”.

Com o coração cheio de alegria, gritaram: “Tragam-nos Sansão para nos divertir!” E mandaram trazer Sansão da prisão, e ele os divertia.

Quando o puseram entre as colunas, Sansão disse ao jovem que o guiava pela mão: “Ponha-me onde eu possa apalpar as colunas que sustentam o templo, para que eu me apoie nelas!” 

Homens e mulheres lotavam o templo; todos os líderes dos filisteus estavam presentes e, no alto, na galeria, havia cerca de três mil homens e mulheres vendo Sansão, que os divertia. E Sansão orou ao Senhor: “Ó soberano Senhor, lembra-te de mim! Ó Deus, eu te suplico, dá-me forças, mais uma vez, e faze com que eu me vingue dos filisteus por causa dos meus dois olhos!” 

Então Sansão forçou as duas colunas centrais sobre as quais o templo se firmava. Apoiando-se nelas, tendo a mão direita numa coluna e a esquerda na outra, disse: “Que eu morra com os filisteus!” Em seguida, ele as empurrou com toda a força, e o templo desabou sobre os líderes e sobre todo o povo que ali estava. Assim, na sua morte, Sansão matou mais homens do que em toda a sua vida”.    

      7. ESTEVÃO NÃO SAIU SILENCIOSAMENTE! 

 
Estêvão foi apedrejado até à morte, e viu o céu aberto, e Jesus, em pé, à direita do Pai. 
Jesus olhou para baixo e viu Estevão, e colocou-se de pé! Quase sempre lês que Jesus está sentado à direita do Pai, mas “Quando tu te levantas para Jesus na Terra, Ele se levanta por ti, nos céus”.
Enquanto apedrejavam Estêvão, lá estava Saulo de Tarso! Saulo tinha que ver isso! A Bíblia diz que o rosto de Estêvão estava iluminado! Não podiam resisiti-lo e apedrejavam-no!

 “…Vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes. Ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes contra Estêvão. Mas ele, cheio do Espírito Santo, fitando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus, e disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do Homem em pé à direita de Deus. Então eles gritaram com grande voz, taparam os ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele e, lançando-o fora da cidade o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um mancebo chamado Saulo. Apedrejavam, pois, a Estêvão que orando, dizia: Senhor Jesus! Recebe o meu espírito. E pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado! Tendo dito isto, adormeceu. E Saulo consentia na sua morte”. Atos 7:53-60.  

Estêvão estava a ser apedrejado até sucumbir. Paulo estava ali, e testemunhava esse evento. As palavras de Estêvão eram cheias do Espirito, e Paulo estava a receber a semente do evangelho no seu coração, untadas pelo sangue do primeiro mártir do Novo Testamento! 

 
Deus estava a levantar Paulo através de uma saída ruidosa de Estêvão. 

     8. ENOQUE NÃO TEVE UMA SAÍDA SILENCIOSA! 


Ele andou com Deus, e Deus arrebatou-o. Enoque profetizou o Juízo vindouro, porém foi arrebatado antes que ele chegasse! Genesis 5:24; Judas 14, 15. 

 
     9. JESUS TEVE UMA SAÍDA RUIDOSA! 

Jesus resuscitou dos mortos e andou quarenta dias na  Terra, onde comeu peixe e partilhou do pão com os Seus discipulos, e pregou-lhes acerca do Reino dos Céus, e depois foi visto por mais de quinhentas pessoas. Passou através de paredes, em casas fechadas, onde de repente os seus discípulos o viam aparecer, “Olá! Eu sou Jesus!” 

E quando foi tempo de ascender ao céu, a Bíblia ensina que dois anjos apreceram e ele subiu numa nuvem, como que num elevador feito de nuvens. 

“Estando eles com os olhos fitos no céu, enquanto ele subia, eis que junto deles apareceram dois varões vestidos de branco, os quais lhes disseram: Varões galileus, por que ficais aí olhando para o céu? Esse Jesus, que dentre vós foi elevado para o céu, há de vir assim como para o céu o vistes ir”. Atos 1:10, 11.  

“Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras!” 1 Tessalonicenses 4:16.  

 

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Um Fogo, um Chamado

É provável que Moisés estivesse acostumado a ver como o fogo consumia os arbustos no deserto, mas, para sua surpresa, viu uma sarça-ardente que não se consumia! Ele esperava ver as suas ramas a consumirem-se, mas a árvore, no entanto, permanecia intacta!

O tempo foi passando e ele continuou a observar que a árvore não se consumia. Então ele como considerava que isso era um fenómeno, decidiu subir a montanha para ver "porque a sarça não se queimava." Deus usou este evento para chamar a atenção do Seu servo.

De lá, Deus ordenou que ele seria o homem que conduziria o Seu povo, do cativeiro à liberdade. Foi ali que Deus se manifestou como o Filho de Deus na pessoa do Anjo do Senhor. Foi aí que ele ouviu Deus dizer que ele tinha de tirar os sapatos dos seus pés, porque o lugar onde estava, era terra santa.

Mas o que estrava por detrás desse fenómeno? Que figura estava escondida atrás daquele arbusto não foi consumido? Bem, isso é a nossa mensagem de hoje. A árvore sem consumir-se é um tipo de alguma coisa. E qual é o antítipo?

O tipo é a imagem ou a representação de alguma coisa que vai acontecer no futuro. O antítipo é a realidade da coisa da qual o tipo é a representação. O tipo pode ser chamado de ‘sombra’, e o antítipo de ‘realidade’.

  1. A SARÇA SEM CONSUMIR-SE TIPIFICA A IGREJA COM O SENHOR NO MEIO DELA 
  1. A igreja, o "monte de Deus" (v. 1). A figura deste texto é muito bonita. Moisés era então, um empregado do seu sogro Jetro. 

Aquele que poderia ser um príncipe do grande império egípcio, aparecia como um humilde pastor de ovelhas nas regiões do Sinai! Esta palavra confirma a escritura do autor da epístola de Hebreus 11:24-26, quando disse que “Moisés preferiu escolher os vitupérios de Cristo, em vez de desfrutar dos prazeres fugazes do pecado”. E isso devia-se ao facto de Moisés estar no "Monte de Deus".

Essa montanha era Horeb e era também o Sinai. O que iria acontecer ali? Bom, esse seria o lugar onde mais tarde Deus daria a Moisés as Tábuas da Lei e onde Deus manifestaria a Sua glória através do Fogo! 

O facto de mencionar o Monte Horeb como Monte de Deus é porque Deus está ali no meio dele! Isso não foi um acaso, porque mais tarde a glória de Deus se manifestou-se no Tabernáculo, e depois no Templo, e por último, na Igreja de Deus. 

Um dia Jesus veio em carne, e desde então, essa glória tem sido manifesta na Igreja, e é suposto Jesus estar na Igreja e ser esperado pela Igreja.

  1. O Senhor no meio do fogo (v. 2). Agora vejamos isto! Moisés aproximou-se do arbusto que estava coberto com fogo e não se consumia. Mas, para sua maior surpresa, da árvore vinha uma Voz que ainda o deixou mais aterrorizado. Moisés nunca tinha visto Deus nem ouvido a Sua voz antes, (como tinha acontecido com os seus antepassados).
  2. Moisés ouviu uma voz aprazível no meio da sarça. As vozes que surgem do meio do fogo costumam ser de terror, mas quem estava ali a falar-lhe? Ele apercebeu-se de que era o Anjo do Senhor! E todos nós sabemos que o Anjo do Senhor era a Presença do Cristo antes da Sua encarnação. É o que é conhecido como uma teofania. A Presença do Senhor no meio do arbusto que não se queimava é um tipo da Presença de Cristo no meio da Sua Igreja. 

(Teofania é um conceito de cunho teológico que significa a manifestação de Deus em algum lugar, coisa ou pessoa. Tem a sua etimologia enraizada na língua grega: "theophaneia" ou "theophania". É uma revelação ou manifestação sensível da glória de Deus, ou através de um anjo, algo surreal ou através de fenómenos impressionantes da natureza, também chamada de aparição. Numa teofania, Deus usa esse método para aparecer a alguém em especial, para mostrar ou revelar factos do presente ou do futuro).

Esta figura é extraordinária, pois faz-nos ver não só a glória de Deus manifesta no fogo, mas também o Senhor no meio dele! Isso manifesta a Sua promessa de estar com a Igreja até à Sua vinda. João foi o que melhor capturou essa figura quando ele viu o Filho do homem no meio dos Sete Castiçais, símbolos da igreja, andando entre eles, “Eis o mistério das sete estrelas, que viste na minha destra, e dos sete candeeiros de ouro: as estrelas são os anjos das sete igrejas, e os sete candeeiros são as sete igrejas”. (Apocalipse 1:20). Jesus está no meio da Sua Igreja!

II. A SARÇA SEM SE CONSUMIR TIPIFICA A IGREJA QUE JAMAIS SERÁ DESTRUÍDA

1. O fogo de Deus não se apaga (v. 2b). A maravilha deste fenómeno visto por Moisés, era que a sarça ardia e não se consumia. Aqui estão verdades ocultas, tipo que demandam o seu cumprimento nalgum momento da história. Há uma verdade que atravessa todas as Escrituras a respeito desta figura aqui, sobre o fogo que não se extingue. Quando Deus ordenou a construção do Tabernáculo, uma das primeiras coisas que Ele ordenou aos Seus servos desses lugares sagrados, foi "O fogo se conservará continuamente aceso sobre o altar; não se apagará! (Levítico 6:13). A mesma recomendação foi feita para o Templo. Esta figura nos lembra que Deus é Luz e não há trevas Nele!

Também nos faz lembrar que nós somos luz, e que devemos estar sempre a brilhar como o sol e como as estrelas. Nenhuma dessas estrelas desligam a sua luz. O fogo de Deus jamais se consumirá! Isto é o que o Senhor diz da Sua igreja também. O fogo não consumido tipifica a Igreja na sua tarefa de ser uma luz para as nações, e o Espírito Santo ser o Azeite que sustenta o Fogo. (Não sejas como uma virgem insensata! Que o Senhor encontre sempre azeite em ti!) 

2. A obra de Deus não se destrói (v. 3). O outro elemento que interessa analisar aqui é ver como o fogo não destrói o arbusto. Nisto há um grande simbolismo. 

Há momentos em que o fogo de Deus destrói. As cidades de Sodoma e Gomorra foram destruídas pelo fogo de Deus, e foram reduzidas a cinzas! O fogo de Deus também consumiu o sacrifício que Elias fez quando ele desafiou os profetas de Baal.

No final do Tempo, o fogo de Deus virá como um Fogo Purificador da Terra, uma vez que este mundo será destruído pelo fogo, e haverá uma Nova Terra. (2 Pedro 3: 7-10). No entanto, apesar do Fogo de Deus que destrói, podemos também ver na tipologia do Fogo de Deus na sarça-ardente que ele não a consumia. Esta figura lembra-nos que a Igreja de Deus não será destruída! E isso confirma o que Jesus disse, que nem os "portas do Hades prevalecerão contra ela!". Isso era um símbolo do fogo destruidor. A igreja permanecerá para sempre. Ela nasceu para ser eterna!

III. A SARÇA SEM CONSUMIR-SE, TIPIFICA A IGREJA PLANTADA SOBRE TERRA SANTA 

  1. A Terra Santa deve ser pisada sem sapatos, (v. 5). Moisés tinha o seu calçado sujo pelo seu andar contínuo. O trabalho como um pastor representava uma condição de extrema sujidade que lhe cobria os seus pés. No nosso caminhar diário, muita coisa se apega ao nosso caminhar, que não pode entrar na Sua Presença.

Onde quer que o Senhor esteja e a Sua presença, é Lugar Santo. É por isso Ele exige aos Seus adoradores, Santidade. Deus não permite nenhum tipo de sujidade na Sua Presença. 

Quando lemos a Visão de Vida em Apocalipse, vemos que esse lugar é desprovido de qualquer tipo de pecado. A Presença do Senhor naquele lugar requer dos seus habitantes total santidade. Não é de admirar ver multidões vestidas com túnicas brancas. Quando falamos sobre a presença de Deus, pensamos imediatamente em Santidade. Observemos o seguinte: Quando tomamos a decisão de vir à Casa do Senhor, todos nós sabemos que marcamos um encontro com Ele. Todos os dias o coração enche-se de muitas coisas que devem ser verificadas quando nos aproximamos de Deus. O salmista nos dá uma recomendação de que peçamos ao Senhor que examine o nosso coração quando vimos à Sua Presença, (Salmo 139: 23, 24). Que calçado devemos nós tirar para estar na Sua presença? Como vimos a Ele? 

  1. A face do Senhor, deve produzir temor, (v. 6). Os versículos 2 e 3 nos mostram uma cena que é por demais bela e singular! Uma delas tem a ver com a curiosidade do pastor de ovelhas e a outra com a ação de Deus naquela aproximação entre o humano e o divino, (entre um mortal que será reconhecido como o homem que esteve face a face com o Senhor, o Santo Israel). Moisés, o escritor desta experiência não se lhe escapou nenhum detalhe do que ele experimentou.

Assim temos a revelação que Deus fez de si mesmo a Moisés, e dos dois impactos extraordinários na sua vida. Um deles é que Moisés encontrou Deus, (que é Deus de vivos e não de mortos!) que mencionou Abraão, Isaac e Jacob, o Deus da história que Moisés sabia. E o outro foi o temor que o Deus que chama infundiu no seu coração. Se existe algo que é perdido muitas vezes pelos homens, é o temor de Deus!

Quando Moisés cobriu o seu rosto por temor de olhar para Deus, era um sinal de reverência, de respeito e de um temor que o levava ao quebrantamento.

O temor de Deus deve produzir em nós santidade, sem a qual ninguém verá a sua face! (Hebreus 12:14). Não foi em vão que Jesus morreu pela Sua igreja para que fosse uma Igreja santa. (Efésios 5: 25-30).

IV. A SARÇA SEM CONSUMIR-SE TIPIFICA A IGREJA PROCLAMDO A SUA MENSAGEM DE LIBERTAÇÃO

1. A condição da escravidão desesperante, (v. 7, 9). A escravidão de Israel no Egito, tipifica o estado em que os homens se encontram sem Deus neste mundo, e é descrita por Deus de uma forma muito eloquente. Existem vários verbos que revelam o profundo conhecimento que Deus tinha do Seu povo escravizado.

Deus disse que viu a aflição deles. Isso significa que Ele não era indiferente à sua dor. Depois disse que Ele ouviu o seu clamor pela punição imposta sobre eles pelos seus opressores. Disse que Ele conhecia as suas angústias. Mas também disse que ouviu o clamor do seu lamento que tinha subido à Sua Presença.

Da forma como Deus falou com Moisés sobre o poder da escravidão, revelou que esta é a mesma condição em que vivem as pessoas sem Ele. Esse estado profundo que leva o homem a viver no pecado, é o que deve mover a Igreja a proclamar neste mundo angustiado, a Sua Mensagem de Esperança! A igreja é a "sarça-ardente" que conhece a condição do mundo, e tal como Moisés, é chamada para ir até eles e dar-lhes a Liberdade! Não podemos ser indiferentes às suas necessidades!

  1. A determinação de Deus para os libertar, (v. 8). Deus não viu somente a condição do Seu povo escravizado, mas tomou as medidas concretas para os conduzir à Sua libertação. Moisés sabia do tão terrível estado em que o seu povo vivia. Ele até matou um egípcio que estava a maltratar um israelita, alguém do seu povo.

Quando o Senhor o abordou para ele tirar o Seu povo da escravidão, isso deu-lhe uma grande esperança. Deus estava determinado a cumprir a Sua Promessa de Libertação, e desceu para os libertar dali e trazê-los para a Terra que lhes tinha prometido, onde manava leite e mel!

A proclamação dessa mensagem de libertação através de um arbusto que ardia em chamas sem se consumir, é exactamente uma visão daquilo que a igreja deve fazer para liberar tantos homens que estão igualmente escravizados. Deus ainda está comprometido com a Igreja como esteve com Moisés, e a descer para libertar-nos da mão de Satanás para nos levar para a Canaã espiritual.

CONCLUSÃO: 

Por que razão Deus escolheu a sarça para revelar-se? A sarça é a menos significativa entre as árvores de fruto. A sua estrutura não é boa para madeira, e nisso há simplicidade, há humildade. É símbolo de um lugar sagrado onde Deus pode fazer tudo. Em Juízes 9 encontramos a Parábola de Jotão, onde foi dada a oportunidade da oliveira, da figueira e da vinha reinarem sobre um reino, mas elas se recusaram. Mas quando foi perguntado à sarça, (espinheiro), ela aceitou sem grandes problemas. Deus escolhe sempre as coisas ou as pessoas mais simples na Sua Igreja, para as utilizar. Esta é a essência deste ensino! Deus escolhe o “arbusto”, porque é mais rápido a queimar e pode revelar o Fogo de Deus que não se apaga. 

O Fogo será sempre de Deus! O arbusto tipifica a Igreja. O Senhor anda no meio dela, e portanto deve ser um lugar de Santidade. Os servos devem manter o Seu fogo permanente no altar, e anunciar a Sua Mensagem de Libertação para um mundo escravizado. Como Deus chamou Moisés, Ele também chama hoje os Seus filhos para usá-los poderosamente!

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Lesões da Alma, Qual o Antídoto?

"Pois na sua mão está a vida de todos os seres vivos e o espírito que anima todos os seres humanos. ” 
"Na  sua  mão  está  a  alma  de  todo  ser vivente e o espírito de todo o género humano." – Jó 12:10
No que se retrata ao sofrimento, não existe muita  diferença,  tanto  para  com  os  ricos quanto para com os pobres, para os feios ou bonitos, gordos ou magros, poderosos ou esquecidos, a dor existe para todo mortal, é algo que acontece a toda a criatura.
A pior dor é a da consciência que faz que um sentimento amargo que brote de dentro para fora.

Por  muitas  vezes,  é  tão  denso  que  parece criar uma crosta dentro de nós.
Ainda que, o motivo pelo o qual se sofre seja o mesmo para varias pessoas, a reação de cada um  nunca  é  igual,  é  curioso  que  temos  o hábito de dizer para alguém que está a sofrer “ eu  entendo  a   tua  dor”  m e n t i r a  n ã o entendemos nada!
Apenas supomos ou imaginamos, porque cada ser  humano  tem  um  organismo  diferente,  o seu  metabolismo  age  e reage adequado ao seu  sistema  funcional,  então  a  dor  que  eu sinto, os outros não o sentem, mesmo que a causa seja a mesma.
Somos inconscientes quando proferimos ditas palavras como uma forma de trazer alguma tranquilidade algum conforto para pessoa em causa.
A dor emocional surge quando á nossa volta ou em nós, presenciamos, ouvimos, fazemos ou alguém fez ou disse algo que não é proporcional á nossa consciência.
Então, proporciona um atrito existencial surgindo um desequilíbrio interno, isto enfraquece o espirito, abate a alma e adoece o corpo, e os frutos consequentemente são de aflição, amargura, tristeza, decepção, frustração, magoa, raiva.
Mas, para que acontecesse este confronto, alguém contribuiu… O homem.


Então  a  dor  que  sentimos,  ela  só  existe, porque nós ou alguém contribuiu para a mesma.
E como podemos livrar-nos deste sentimento e não deixar que ele permaneça mais tempo do que já o existente?

Como não permitir que essa tristeza torne-se em depressão? Ingerindo o antibiótico certo. Oração. E se a situação começou hoje? Oração também.
Por quê?
Oração é uma conversa que ativa a ligação do problema com a solução. Ou seja, quando começamos a orar o espirito abatido vai reagindo ganhando forças, erguendo-se, indo á procura da cura na sua origem, em Deus.
"o Eterno formou o Homem a partir do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego da vida. E o Homem passou a ter vida — tornou-se um ser vivo!" Gn.2:7

Aquele que tornando-se carne foi capaz de passar por todo o tipo de dor, no corpo, na alma e no espirito, Jesus. "Mas  ele  foi  trespassado  por  causa  das nossas faltas, aniquilado por causa das nossas culpas. O castigo que nos devia redimir caiu sobre ele; ele recebeu os golpes e nós fomos poupados" Isaías 53:5
Então  percebendo  estes  factores  temos  de  p r o c u r a r   a   f a r m á c i a   q u e   e s t á permanentemente aberta sem fechar para adquirir o antibiótico.
"Buscar-me-ão e me acharão quando me buscarem de todo o vosso coração, se me procurarem de todo o vosso coração."Jeremias 29:13 A linha SOS DEUS, está disponível 24/24
"Uma vez que ele próprio sofreu a tentação, pode socorrer todos os que são tentados." Hb.2:18

Mas agora diz-me então, conheces alguém melhor para te ajudar?
Quando nós nos direcionamos para Jesus contando-lhe o acontecimento, o facto, Ele conhecedor do que é realmente a dor, a sua ação  no  imediato  é  providenciar  o  remédio certo em conformidade com a nossa estrutura e com a densidade da lesão que a dor causou em nós, subitamente ele derrama o bálsamo da cura no nosso espirito que se vai enchendo até transbordar na nossa alma, que de forma suave enche o nosso ser, satisfazendo o cérebro, inundando o nosso coração, então toda aquela ramificação dolorosa que estava enraizada em nós vai-se desfazendo, fazendo que  todo  o  teu  sistema  imunológico  fique lavado e muito mais forte porque o bálsamo fez a função da agua apagou a nossa dor trazendo de volta a felicidade da vida.

Mt.5:1-12 "Ao ver a multidão, Jesus subiu ao monte. Sentou-se e os seus discípulos foram  para  junto  dele.  Jesus  começou então a ensiná-los desta maneira: «Felizes os que têm espírito de pobres, porque é deles o reino dos céus! Felizes os que choram, porque Deus os consolará! Felizes os humildes, porque terão como herança a Terra! Felizes os que têm fome e sede de ver cumprida a vontade de Deus, porque Deus os satisfará! Felizes os que usam de misericórdia para com os outros, porque Deus os tratará com misericórdia! Felizes os íntegros de coração, porque hão de ver Deus! Felizes os que promovem a paz, porque Deus lhes chamará seus filhos! Felizes  os  que  são  perseguidos  por

procurarem que se cumpra a vontade de Deus, porque é deles o reino dos céus! Felizes serão quando vos insultarem, perseguirem e caluniarem, por serem meus discípulos! Alegrem-se e encham-se de satisfação porque é grande a recompensa que vos espera no céu. Pois assim também foram tratados os profetas que vos precederam."

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Uma Vida que Valha a pena Recordar

Baseamos este estudo em Marcos 4:1-9. A grande maioria das pessoas vive sem pensar que legados deixarão. Adquirem alguns bens materiais necessários, mas esses não são os imprescindíveis para deixar aos seus filhos. Cada vez mais os valores, os ideais, a ética e a moral que estão impressos no Livro da Vida, na Bíblia, estão em segundo, terceiro ou noutros planos, e as suas vidas vão andando ao sabor dos “ventos dos tempos”, sem marcarem as gerações. E se assim for, não há legado, um memorial para ser passado para a geração seguinte. Daqui a 100 anos, as pessoas não vão lembrar-se do carro que usamos, da casa onde vivemos, ou da comunidade onde estivemos inseridos! O nosso “STATUS” ou o nosso trabalho secular nem vai passar pelas suas mentes. Essas coisas simplesmente desaparecem! O apóstolo Tiago, (4:14) refere-se à nossa vida “…como um vapor que aparece por um pouco, e logo se desvanece”.

Agora pensa na tua própria vida! 
Estás stressado às voltas, trabalhando até ao ponto de exaustão? Vais “acima” e “além” do que podes e pouco lucras com isso? Mas Deus não nos fez apenas para trabalharmos e ganharmos dinheiro e alcançarmos objetivos materiais! É necessário, primeiramente, adorarmos a Deus! A nossa adoração tem um valor eterno!


Precisamos de viver vidas com propósito, vidas com significado, vidas que deixem marca, vidas que valham a  pena contar como memória para as gerações vindouras!
A vida que vivemos HOJE é significante? Valeu o precioso sacrifício de Jesus na Cruz do Calvário?

Um acto de adoração de Maria Madalena teve tal significado, que Jesus disse “em todas as partes do mundo onde for pregado este Evangelho também o que ela fez, será contado para sua memória.” Maria não quebrou um “record olímpico”, e não será recordada por ser melhor atleta ou por ter ganho 23 medalhas olímpicas como Michael Phelps!
Devemos pensar em “Qual será o meu legado? De que forma vivo? É de tal forma significante, que valoriza o sacrifício que Jesus fez por mim na Cruz do Calvário? 

Como seremos recordados? Como nos apresentaremos diante do Senhor?


Marcos 14 fala de uma refeição partilhada com Jesus. Seria a sua última ceia aqui na Terra. Seria a sua última Páscoa. Jesus estava junto com os Seus discípulos. Era o tempo da Festa dos Pães Asmos, (cozinhados sem levedura). A massa do pão por época da Pascoa era feita sem qualquer levedura, (símbolo de uma vida sem mácula, sem pecado, uma vida perfeita). Simbolizava o sacrifício de Jesus na cruz!
Esta Páscoa foi realizada em Betânia, na casa de Simão, o leproso, que tinha sido sarado por Jesus. Situava-se num povoado pequeno, um bairro residencial de Jerusalém, a leste da cidade. De repente, “veio uma mulher que trazia um vaso de alabastro cheio de bálsamo de nardo puro, de grande preço. E, quebrando o vaso, derramou o bálsamo sobre a Sua cabeça”. (Marcos 14:3).  


Uma simples mulher que com uma simples atitude à mesa, emitiu uma mensagem que ficaria para memória sua! 
Maria era irmã de Marta e Lázaro. “Ora, estava enfermo um homem chamado Lázaro, de Betânia, aldeia de Maria e de sua irmã Marta. E Maria, cujo irmão Lázaro se achava enfermo, era a mesma que ungiu o Senhor com bálsamo, e lhe enxugou os pés com os seus cabelos”. (João 11:1, 2).
Em Lucas 7:37-39 vemos Jesus uma vez mais com Maria em casa de Simão. E Maria com as suas lágrimas lava-lhe os pés, e enxugava-os com os seus cabelos. E adorando-o beijava os seus pés.

O lugar mais sublime e santo para estarmos é aos pés de Jesus! Não é necessário ser nenhuma catedral, mas aos pés de Jesus! Seja onde for, mas aos pés de Jesus! Não às Mãos de Jesus para “receber mais Dele”, mas aos Seus Pés, quebrantados, em posição de louvor, de rendição, de entrega, de submissão, de adoração!
Não na “cozinha” a preparar os melhores pratos, mas sim agarrando no nosso vaso de alabastro, cheio de perfume, do mais caro e precioso, para O ungir! Isso é Louvor, é adorar Jesus! É reconhecermos o Seu Senhorio! É lavarmos os Seus pés, nos pés do nosso próximo, e secá-los!
Nesta passagem bíblica existem quatro ensinos para uma vida que vale a pena ser recordada, e o que tu fizeres será contado para tua memória, porque fizeste aos olhos de Deus, vivendo o Evangelho!
Entendes qual é a importância do Evangelho? Sabes que é uma questão de vida ou morte? De Céu ou de Inferno? 

 
AFINAL QUE FEZ ESTA MULHER DE TÃO RELEVANTE?


1- Ela fez o que podia. «Esta fez o que podia; antecipou-se a ungir o meu corpo para a sepultura.» (Marcos 14:8).
Deus nunca pede algo que não possamos fazer. Deus já colocou em ti o querer a capacidade para fazeres coisas que jamais imaginaste poder fazer! Tu podes porque é Deus a operar em ti! O querer e o fazer é para a Sua glória!
Quando tu dás um passo de fé e sais da tua zona de conforto para a zona de ação da fé, em Nome de Jesus, é aí que o Seu poder opera! É o “Seu fazer” em ti, e através de ti!
Esta mulher, ao fazer o que podia, partiu o jarro de unguento de nardo puro, de elevadíssimo preço. (O valor da soma anual do salário de um homem comum daquela época). Ela fez o que pôde! Quando tu fazes o que podes, há uma motivação pura de adoração, de louvor, de serviço, de honrar Jesus! 

Jesus disse: “Ela me tem feito uma boa obra!“ (V.6).
Ela fez o que pôde! Deus pede que faças aquilo que Ele já colocou em ti! Que o faças! Tu não podes fazer tudo, mas tu podes fazer algumas coisas, as coisas que Ele já depositou em ti! Assim viverás uma vida que ficará para memória! Uma vida com significado diante de Deus! Isso é uma vida que é uma mensagem!
Nós muitas vezes pensamos que não podemos fazer, mas é porque não estamos dispostos a sair da nossa “zona de conforto”, e argumentamos como alguns discípulos fizeram. “Vendendo este perfume, alimentaríamos muitos pobres”. Mas Jesus disse, “os pobres sempre os tereis entre vós!” 
Ao sairmos da “zona de conforto” para a “zona de fé”, de rendição, de plena adoração e louvor, aos Pés de Jesus, então descobriremos que Deus já tinha depositado em nós aquilo que podíamos fazer para vivermos essa vida significante, com impacto, com determinação, que ficará para memória, como um legado para a glória de Deus e bênção de muitos!
A mulher não fez apenas aquilo que pôde, mas fê-lo enfrentando adversidade e crítica!


2 – Ela aprendeu a viver com a crítica. Quando estamos a seguir ao Senhor, e deixamos o lugar de conforto com coragem, indo por exemplo até um campo missionário, rendendo tudo aos pés de Jesus para o servir, decidindo viver integralmente para Ele, vamos ter de enfrentar críticas!
Há pessoas que não vão apreciar as mudanças que Deus está a fazer na nossa vida! Existem pessoas que não vão concordar com a visão que Deus nos dá de entrega, de renúncia, de serviço, e vão rir-se, outras vão criticar, outras vão murmurar! E não será apenas os não cristãos, mas alguns dos nossos próprios irmãos, os seguidores do Mestre, tal como vimos neste episódio! Aquilo que Maria fez, foi espontâneo, não seguiu um padrão! Por isso houve indignação! “Podíamos vender isso, e com as receitas alimentar muitos pobres”. Esse comentário iniciou-se em Judas, (João 12:4-6). A sua mente não estava preocupada com os pobres, mas possivelmente nas suas vantagens pessoais. Mas Jesus confrontou-o, (João 12.7), e respondeu, “Deixa-a! Para o dia da minha preparação, para a sepultura o guardou!” 
A única maneira para podermos viver uma vida impactante, uma vida significante, com propósito, que deixe um legado, que fique para memória em que Jesus seja glorificado, é não permitirmos que “essas vozes” nos influenciem e nos detenham no nosso caminhar!
Seremos testados de duas maneiras: 1. No desejo de ser louvado, elogiado, reconhecido, honrado. 2. Na resistência à crítica.


Nesses momentos teremos de entregar ao Senhor, confiar Nele, e fazermos aquilo que Ele nos chamou a fazer! Não vos importemos com outra coisa, a não ser fazer a Sua vontade, sob a Sua Palavra e pela Sua graça! Não nos detenhamos! Aprendamos a entregar tudo ao Senhor e seguirmos a Sua chamada para a nossas vidas! 
É melhor que tenhamos algo que falem a nosso respeito! Sempre vão ter algo para falar! Há sempre algo para dizer no final de cada dia! A língua é um membro difícil de controlar! (Tiago 3:5,6). “E se alguém a refreia, é varão perfeito”. (Tiago 3:2).
Estas duas provas serão recorrentes durante todo o nosso caminhar cristão, mas a Palavra de Deus nos dá uma promessa acerca das ameaças e acerca dos juízos que se levantam contra aqueles que estão na vontade de Deus! “Não prosperará nenhuma arma forjada contra ti. E toda língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás. Esta é a herança dos servos do Senhor, e a sua justificação que de mim procede, diz o Senhor”. (Isaías 54:17).
A língua está na categoria de “uma arma”, e também será condenada quando for mal usada. Deus te dará a graça para que possas derrotar todo o criticismo e  condenar todo o juízo que se levante contra aqueles que estão na vontade de Deus. O Senhor será a nossa justificação! É lógico e claro que na Obra Redentora de Cristo na Cruz do Calvário, também abrangia esta Promessa! Repara bem no que esta mulher fez e no que ela pode fazer, mesmo enfrentando toda a crítica! Ela agiu antes de Jesus ser crucificado, antes de ser traído. Ela resistiu à crítica dos outros e agiu no tempo certo. 


3 – Ela agiu no tempo certo. Se esta mulher tivesse esperado mais tempo, podia não ter tido oportunidade para ungir Jesus com a sua oferta. Algo lhe mostrou que aquele era o “momento certo”. Foi a Espírito de Deus que a guiou, conduzindo-a ao “TEMPO OPORTUNO”.
É preciso fazer a vontade de Deus no tempo adequado, no tempo certo, pois há um tempo para tudo, e nada funciona bem fora de tempo! 
Em Eclesiastes 3:1-8 fala de 28 tempos, 28 estações ou temporadas, no entanto há uma que não menciona, não há tempo de desistir! Não desistas nunca de fazer o bem! Deus é um Deus de novas oportunidades!
Jesus chorou sobre o jumentinho ao chegar perto da cidade de Jerusalém. A Escritura refere-se a pranto e soluços, dizendo “Não conheceste o tempo da tua visitação!“
Eles tiveram uma janela de oportunidade e não souberam reconhecer a hora da sua visitação. Se queres viver uma vida significante, que seja impactante com o Senhor, que fique como memória, então tens de te mover NO TEMPO DOS TEMPOS CERTOS, adequados!
Tens de livrar-te da síndrome do “algum dia”. “Algum dia” o Senhor me dará, “numa próxima vez”, “noutro tempo”… Não existe esse tempo! Apenas funciona o tempo certo! É aí que tens de receber a Palavra e dares o teu passo de fé!
O tempo certo de Deus parece ser sempre o momento menos favorável para “colocares o teu pé sobre as águas”. Mas, única e exclusivamente sob a Palavra de Deus, terás sustentação, andarás por fé! A Palavra que Deus te dá, é o agora, é o momento!

A MULHER ADOROU!

Adorar Jesus era o que ela podia fazer e devia fazer! Ela adorou Jesus mesmo defronte dos críticos. Ela adorou no tempo certo! Aparentemente não parecia ser o tempo adequado, pois ainda não tinham terminado a ceia. Eles estavam ainda a conviver e a comer! Ela era mulher e interrompeu. Isto estava fora do protocolo! No entanto, esse era o tempo certo, era o momento de Deus! Ela foi movida pelo Espírito Santo! Ela estava a preparar o corpo do Senhor! Ela queria honrar a Deus! Louvar a Deus! A mulher não se importou com o que lhe dissessem! Apenas obedeceu à voz de Deus! E Jesus defendeu-a dizendo, “Ela fez o que podia! E fez uma boa obra!”
Muitos de nós adiamos. “Algum dia servirei ao Senhor”, “algum dia irei de missões”, “algum dia vou conseguir perdoar aquela ofensa”, “algum dia adorarei de todo o coração”. Mas AGORA é o Tempo! 
A mulher fez o que pode, mesmo enfrentando a crítica, e fê-lo no tempo certo, mas fê-lo em quebrantamento. Ela quebrou o vaso de alabastro. Era muito caro e ela quebrou o vaso! Não o abriu para ungir Jesus na Sua sepultura.
4 – Ela quebrantou-se. A mulher ungiu Jesus devido ao seu quebrantamento. O Apóstolo Paulo diz-nos que temos “este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não nossa”. (2 Coríntios 4:7). Para o amor e a adoração fluírem de nós, como vasos, precisamos de ser quebrados! Mas nós não gostamos disso. Queremos estar “no controlo” e “em grande”!

Jesus demonstrou e disse que uma pessoa quebrantada é aquela cuja vida ficará para ser contada naquilo que fez, como memorial. São aqueles cujos sonhos foram quebrados, cujas famílias foram quebradas! Deus não procura vasos perfeitos! Ele procura vasos quebrados! São os que já estiveram lá, que já passaram por isso, que vão entender o caminho da dor, daquilo pelo que estás a passar!
É Deus que testemunha, “Essa vida é a vida significante! O que ela fez, ficará para contar como memória!” É nas nossas fraquezas fragilidades, debilidades que se aperfeiçoa a Obra de Deus, na Sua fortaleza, no Seu poder! Sim, porque Ele pôs um tesouro dentro de nós, Jesus, e Ele está em vasos de barro! Somos vasos frágeis, quebrantados, mas com Jesus!
E Deus permite que passemos por tempos de provação, de dor! Mas neles, Deus manifesta-se! E depois de passarmos essas etapas em que vai morrendo uma parte de nós, vivemos melhor porque é Cristo que Vive em nós! É aí que se pode ver o Seu amor a fluir, o fruto do Espírito a fluir de forma tangente!

É QUANDO MORREMOS QUE VIVEMOS! 

No Cristianismo, poder ter uma vida que valha a pena ser lembrada, é necessário que ela se perca. “E chamando a si a multidão com os discípulos, disse-lhes: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz, e siga-me. Pois quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas quem perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, salvá-la-á. (Marcos 8:34, 35). Entregar todos os aspectos da nossa vida ao Senhor, ser ousado, corajoso partilhar o testemunho com qualquer pessoa que se cruze no nosso caminho… É dessa forma que podemos ver como o Senhor derrama bênção sobre nós que não podemos conter! Se calhar Deus está esperando te quebrantes ou que estejas disposto a quebrantar-te! 

O reino de Deus é um reino de contrastes. “Se queres receber, dá! Se queres viver, morre! Se queres reconhecimento, humilha-te!” 
Como podemos nós, impressionar Deus? Como podemos viver uma vida que valha a pena ser recordada? Quando foi a última vez que te quebrantaste verdadeiramente?
Repara que a mulher caiu aos pés de Jesus, soluçando, quebrantada! Ela impressionou Jesus!
Jesus não gosta da nossa suposta adoração superficial, de relação fria com Ele, nem tão puco de estarmos mornos como os crentes de Laodiceia! Ele gosta de Paixão, de Adoração em Espírito e em Verdade!
Há grande diferença entre os vasos quebrantados e os que não se quebrantam! Estamos dispostos a esse quebrantamento diante de Deus?
O Senhor está a chamar pessoas que ainda não sabem o que Ele colocou no seu interior! Mas Ele chama-te por que Ele tem um propósito para a tua vida e dons para que possas fazer tudo o que tens a fazer, mesmo enfrentando críticas! 


HOJE É O DIA DA TUA CHAMADA! É AGORA!

Não é noutro dia, noutro tempo em que pensas pôr em prova a existência de Deus! Não noutro tempo que adiaste para perdoar ofensas, obedecer à sua chamada, servi-Lo, adorá-Lo verdadeiramente! 

O Apóstolo Paulo ia a caminho de Damasco, e caiu por terra, ofuscado por uma luz intensa! A luz de Jesus brilha no meio da escuridão! Ele recebeu aí a Sua chamada! Ele ficou cego durante três dias, e nem comeu, nem bebeu. Quebrantou-se durante três dias, como que “sepultado”, sem conforto, sem âncoras, sem nenhum apoio! Ele desceu ao mais profundo, onde jamais poderia imaginar descer! 

Entretanto o Senhor deu uma palavra a Ananias, outro dos seus servos. Foi uma palavra que fez com Ananias saísse da sua zona de conforto e viesse no MOMENTO CERTO, mesmo colocando em risco a sua segurança, (sim, porque ele ia encontrar-se com Saulo, aquele que mandava prender e assassinar os cristãos!). Mas Deus disse a Ananias, “Vai! Porque este é para mim um vaso escolhido, para levar o meu nome perante os gentios, e os reis, e os filhos de Israel; pois eu lhe mostrarei quanto lhe cumpre padecer pelo meu nome!” 

Esta Palavra é também para nós HOJE! Alguns de nós somos como Ananias e outros como Paulo. Mas Deus chama-nos para sairmos da nossa zona de conforto e vivamos uma vida como memorial: 

Fazendo o que podemos – Ele coloca em nós o querer e o fazer segundo o beneplácito da Sua vontade, que é boa perfeita e agradável!
Enfrentando as críticas – Não podemos reinar com Ele, se não sofrermos por amor a Ele, todo o tipo de injúrias, padecimentos. 
Fazendo no tempo certo, no tempo de Deus – Certamente não será o mais favorável a nosso ver, nem o mais agradável, mas é o tempo de Deus e não se repete!
Fazer com um coração quebrantado – Isso é um sacrifício agradável a Deus! Abre a porta do Seu favor, da Sua graça! Ele é revelado nas nossas fraquezas, fragilidades! Que o Senhor aperfeiçoe a sua fortaleza em nós! 

Ao sermos entregues à morte, viveremos com ele! Ao sermos humilhados, seremos por ele exaltados! Se formos os últimos, então seremos os primeiros!

Encorajo-te a uma vida que fique para memorial! Sai da tua zona de conforto! Ama o Senhor com todo o teu ser, com todas as tuas forças, com toda a tua mente, com todo o teu coração! E serve-O assim! 

Que HOJE seja o dia da tua entrega, da tua rendição a Deus!

 

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As Sete Bênçãos de ser Discípulo de Cristo

Quão importante é estar consciente da responsabilidade de ser um discípulo de Cristo, e saber quão grandemente é recompensado por Deus, aquele que se “nega a si mesmo, toma a cada dia a sua cruz e o segue”. 
Detém-te um pouco na leitura deste artigo extraído do livro “Fazer Discípulos” de Miguel Díez, e verás como serás espiritualmente mais enriquecido! Descarrega o ficheiro PDF com o texto completo.

CARACTERÍSTICAS DE UM DISCÍPULO DE CRISTO

UM DISCÍPULO de Cristo é aquele que Lhe responde com um incondicional “Amém”, quando é “pescado” com o isco perfeito do Seu sublime Amor, e é cativado, apaixonada e loucamente, pelas Suas virtudes.
UM DISCÍPULO fica extasiado pelas palavras vivas que manam do coração de Deus e fica “aniquilado” pelo poder sobrenatural que Dele emana. Fica assim selado com a marca santa de um discípulo do Verbo de Deus.
Quando um discípulo é apegado ao seu Mestre, é como as agulhas de uma bússola, tem-no sempre como o seu único Norte. Converte-se em parte inseparável do Seu Corpo. 
UM DISCÍPULO vive atraído por Jesus Cristo, e começa a desejar estar perto, questionando e escutando, sentindo a Sua mão sobre o seu ombro e comendo do seu prato.
UM DISCÍPULO maravilha-se dos milagres de Deus e os valoriza. Experimenta constantemente a sua dimensão sobrenatural e divina, (porque nela se desintegra tudo o que é carnal e mundano), mudando a sua forma de vida interior (mentalidades e costumes).
UM DISCÍPULO vive o natural de uma maneira sobrenatural, e o sobrenatural de uma maneira natural. Ultrapassa assim uma fronteira espiritual, vivendo noutro mundo completamente diferente.
É AO DISCÍPULO que Jesus mostra todo o Seu coração e derrama todo o Seu amor, dando-lhe, de forma exclusiva, as maiores bênçãos.

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Mais do que Palavras

Jesus disse a alguns saduceus em Mateus 22.29 “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”.
Nós, por vezes, temos o mesmo problema. 
Examinemos um pouco esse poder e como, se o permitirmos, pode mudar as nossas vidas de maneira que nunca teríamos pensado possível. 

Em 1 Coríntios 4.20 encontramos escrito "Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder." 
Este versículo diz-nos muito, cristãos de hoje... 
Encontramo-nos a falar uns com os outros sobre o quanto queremos fazer algo de bom para o Reino - como queremos desesperadamente ganhar almas para Cristo e nós mesmos tornarmo-nos como Cristo. 
Mas desculpamo-nos de servir integralmente a Deus e desistimos de nos tornarmos semelhantes a Cristo, dizendo que não possuímos os dons espirituais certos para testemunhar ou para servir. Além disso, nem sequer temos a força espiritual para conquistar a nossa própria natureza pecaminosa. 
O Reino de Deus não é uma questão de conversa ou de desculpas, é uma questão de poder. Não o nosso poder, pensa nisto, porque sabemos que o nosso poder é limitado - mas o Seu poder, que não tem limites. 
E há uma chave para aceder a esse poder de Deus...  e a chave é a Fé. 
Hebreus 11.1 diz-nos que a fé é, "o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêm”.
E outra vez nas Escrituras, vemos que sem fé, é impossível aceder a este poder. E sem esse poder de Deus, somos impotentes contra os factores internos e externos. 
Vamos olhar para Marcos 9.14-29. Aqui, Jesus, uma vez mais, dá-nos uma lição e aos discípulos. 

Contextualizemos esta porção da Palavra: Jesus tinha escolhido Pedro, Tiago e João, dos doze, levando-os a uma montanha onde foi transfigurado diante deles. Viram o Mestre glorificado diante dos seus olhos. Quando voltaram a descer a montanha, com os rostos ainda um pouco radiantes da Glória do Senhor transfigurado, foram confrontados com uma situação interessante ... E aqui é onde nós os apanhamos: 

Marcos 9.14-29 “14 E, quando se aproximou dos discípulos, viu ao redor deles grande multidão, e alguns escribas que disputavam com eles.

15 E logo toda a multidão, vendo-o, ficou espantada e, correndo para ele, o saudaram.
16 E perguntou aos escribas: que é que discutis com eles?
17 E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo;
18 E este, onde quer que o apanha, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam.
19 E ele, respondendo-lhes, disse: Ó geração incrédula! até quando estarei convosco? até quando vos sofrerei ainda? Trazei-mo.
20 E trouxeram-lho; e quando ele o viu, logo o espírito o agitou com violência, e, caindo o endemoninhado por terra, revolvia-se, escumando.
21 E perguntou ao pai dele: quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: desde a infância.
22 E muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos.
23 E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê.
24 E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade.
25 E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele.
26 E ele, clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto.
27 Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou.
28 E, quando entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram à parte: por que o não pudemos nós expulsar?
29 E disse-lhes: esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração e jejum".

Os discípulos ficaram perplexos porque não podiam expulsar desta criança atormentada este espírito maligno em particular.
Porque que é que não podiam? Não lhes fora dado poder suficiente para fazer isso em nome de Jesus? 
Quando Jesus escolheu os doze e os enviou ao mundo, não os enviou de mãos vazias, porque em Mateus 10.1 está escrito "E, chamando os seus doze discípulos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal." ...E em Lucas 10.19 Jesus diz-lhes "Eis que vos dou poder para pisar serpentes e escorpiões, e toda a força do inimigo, e nada vos fará dano algum …" 

As escrituras dizem-nos que esse poder tinha sido colocado à sua disposição, mas .... onde estava ele quando o necessitaram? 
Para melhor discernir a resposta a esta pergunta, vamos ver o que Jesus diz nos vs. 28,29 "E, quando entrou em casa, os seus discípulos lhe perguntaram à parte: Por que o não pudemos nós expulsar?" Ele respondeu “Esta casta não pode sair com coisa alguma, a não ser com oração e jejum". 

Uma vez que acabámos de ler toda esta passagem sobre a cura deste menino... será que lemos algo sobre Jesus fazer uma oração portentosa, extraordinária, para expulsar esse demónio? Jesus ordenou “Espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele”.

O que é que Jesus quis dizer quando afirmou que só poderia sair com oração? 
Ao longo do discipulado, Jesus estava a ensinar-lhes a importância de uma comunhão muito íntima com o Pai. 
Através da oração, jejum, estudo da Palavra e meditação, esta comunhão torna-se possível. 
Mas para ter esse tipo de ligação com Deus, a mente e o coração têm que estar livres de qualquer outra coisa que se interponha no caminho. 
Também por isso, Jesus diz-nos que quando trazes a tua oferta ao Senhor, se tens alguma coisa contra alguém, então deves deixar o teu presente no altar, ires reconciliar-te com o teu irmão, e depois vir apresentar a tua oferta. 

Por outras palavras, há coisas que podem interferir seriamente na nossa vida de oração e na nossa relação com o Senhor. Sentimentos de ódio, falta de perdão, o alojamento de outro pecado que permitimos que reine dentro de nós …. essas coisas constroem um muro que nos separa de Deus - limitando a quantidade de ajuda e poder que Ele nos pode dar. 

E esse foi o caso dos nove discípulos que não puderam aceder ao poder de expulsar o demónio; os seus corações estavam poluídos com ciúme, inveja … (como se veria um pouco mais tarde, também no Evangelho de Marcos, capítulo 9, versículos 30 a 37, em que se perguntavam qual deles seria o maior no Reino dos céus) de Pedro, Tiago e João. Quiçá, passaram mais tempo a pensar como tinham sido subestimados, do que buscando em oração ficar perto de Deus. Portanto, paralisaram as suas vidas de oração e perderam essa ligação vital com o Senhor. 
E sem essa ligação... eles perderam o poder. 

Tenho um pequeno separador na minha Bíblia que diz "A oração traz poder". E esta é uma afirmação muito verdadeira porque o poder do nosso Deus torna-se disponível para nós apenas quando nos tornamos um com Ele - recordemo-nos do capítulo 17 de João, nomeadamente o versículo 21. Uma vida de oração activa, bem como de estudo diligente da Sua Palavra, são componentes essenciais que formam a base do nosso relacionamento com Deus.

Este princípio é-nos muito vividamente expresso quando olhamos para a vida de Jesus, quantas vezes Ele estava em oração e quão bem Ele estava familiarizado com as escrituras... como Ele manteve a Sua relação íntima com o Pai e, como resultado, o poder: poder para curar, poder para ministrar, poder para expulsar os espíritos malignos e poder para salvar. 

Mais, se não procuramos regularmente direcção por meio do estudo da Palavra de Deus... a nossa vida de oração vai de passageira a inexistente. 
Podemos parecer bons, mas o que conta não é o que vemos, mas o que está no nosso interior... e aqui estamos - todos nós basicamente parecendo bons…. mas será que o somos? 
Porque podemos ter uma "aparência de piedade, mas negar a eficácia dela". 
Deus tem uma quantidade ilimitada de poder que está á espera para pôr à nossa disposição, mas temos que acreditar que ele está lá. E, se nós não acreditamos, todo esse poder nos é inútil, porque não temos a fé para lhe aceder. 

Basta pensar sobre os filhos de Israel, por exemplo, e como Deus operou milagre após milagre, enquanto eles estavam no Egipto e como Ele os acompanhou naquele êxodo em massa através do deserto, dividindo o Mar Vermelho, guiando-os com uma coluna de fumo durante o dia e fogo de noite, para não mencionar como fez chover pão do céu, lhes deu água de uma rocha... Todas essas coisas foram realizadas somente pelo poder de Deus para o Seu povo. Os filhos de Israel viram em primeira mão este magnífico poder ..., mas ainda assim, quando chegaram a beira da Terra Prometida e ouviram o relatório dos espias que a terra que eles deveriam "tomar posse" estava bem fortificada e habitada por gigantes, perderam a fé em Deus e no seu poder para lhes dar a vitória. Como resultado da sua falta de fé, vagaram pelo deserto 40 anos, até que aqueles que decidiram não confiar em Deus morreram. 

Como os hebreus do passado, também nós vemos o magnífico poder de Deus: temos assistido entre nós a milagre após milagre. Mas, ainda não estamos convencidos do Seu poder para nos dar a vitória sobre alguns "gigantes" nas nossas próprias vidas. 

2 Timóteo 1.7 diz-nos "Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de poder..." Podes imaginar o quanto nós, como indivíduos, podemos crescer espiritualmente... e quanto poderíamos colaborar com Deus para que o Seu Reino se expanda se verdadeiramente tomássemos toda a vantagem do poder que Ele nos quer outorgar? 

Há algo em ti que sabes que deve ser retirado? Estás a lutar com um pecado que não és capaz de ultrapassar? Seja droga, álcool, algum preconceito - tenho que dizer-te que conheço alguém que é capaz ... e Ele não só é capaz, como está á espera que desistas de tentar fazê-lo no teu poder, mas que ponhas toda a tua confiança em Deus e no Seu poder – e que o faças com todo o teu coração, alma e mente. 

Sim, "Para o homem é impossível, mas para Deus tudo é possível".

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