25 de Abril: NO SEU JULGAMENTO - Realces na vida de Jesus PARTE 2

“E os principais dos sacerdotes e todo o concílio buscavam algum testemunho contra Jesus, para o matar, e não o achavam. Porque muitos testificavam falsamente contra ele, mas os testemunhos não eram coerentes.” Marcos 14:55,56

Diante dos seus acusadores, no Sinédrio, não sentiu qualquer temor ou receio. Não teve necessidade de se defender, uma vez que eles mesmos sabiam que nada do que diziam contra Ele, era digno de qualquer palavra da Sua parte. Quando foi inquirido se era o Cristo, a resposta veio pronta: “Eu o sou” v.62
Consideram-no culpado de morte, sem qualquer motivo, e muito menos, que tenha sido decidido com um julgamento justo.
Quando o levaram a Pilatos, os líderes religiosos “o acusavam de muitas coisas, porém ele nada respondia.” Marcos 15:4

Como podia Jesus defender-se de acusações que não tinham qualquer fundamento? Pilatos, ao ter conhecimento de que era galileu, enviou-o para Herodes, e este interrogava-O com muitas palavras, os principais dos sacerdotes e os escribas acusavam-no com grande veemência. Lucas 23:9,10. Mas toda a acusação foi diferida.

Desprezado e escarnecido por Herodes e pelos seus soldados, é devolvido a Pilatos.  
Apesar de todas as acusações infundadas, consideravam-No um malfeitor. João 18:30. Pilatos, permite-lhes fazer um julgamento justo, mas a intenção deles não era o de o julgarem mas de lhe tirarem a vida, conforme João 18:31.
Então conclui: “Haveis-me apresentado este homem como pervertedor do povo; e eis que, examinando-o na vossa presença, nenhuma culpa, das de que o acusais, acho neste homem. Nem mesmo Herodes, porque a ele vos remeti, e eis que não tem feito coisa alguma digna de morte. Castigá-lo-ei, pois, e soltá-lo-ei.” Lucas 23:14-16  
 
Mas a decisão dele, não se enquadra no desejo da multidão que esperava um desfecho diferente. Então “toda a multidão clamou à uma, dizendo: Fora daqui com este e solta-nos Barrabás.” Lucas 23:18

Jesus, o Rei dos judeus é condenado à morte e morte de cruz, sem nenhuma acusação formal, mas pelo desejo da multidão: “Crucifica-o! Crucifica-o!”. Assim Pilatos entregou Jesus à vontade deles. Lucas 23:25



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