O DEVER DE ORAR

O DEVER DE ORAR
“E contou-lhes também uma parábola sobre o dever de orar sempre, e nunca desfalecer,” Lucas 18:1
Muitos de nós quando falamos de dever, ficam apreensivos. Achamos que “o dever”, é demasiado comprometedor. A oração, em primeiro lugar constitui um prazer para quem se aplica a ela, e depois passa a ser uma necessidade, um dever. Não é um dever por imposição ou obrigação. 
 
Se orar, na sua definição mais simples, é falar com Deus, ela nunca pode ser imposta! Falar com um amigo íntimo é penoso para algum de nós? Claro que não! Como é que se torna aborrecido ou “uma seca” falar com quem amamos? Ele é DEUS! Não há ninguém maior que Ele.
Quando vivemos em fé, 1 João 5:14,15, não nos rendemos às circunstâncias. Deus pode demorar a sua resposta, mas ela acaba por chegar. Deus tem as suas razões para o fazer, mas nunca se pense que se trata de negligência da Sua parte. 
Convém dizer que a resposta, muitas vezes, não coincide com o que pedimos, mas a razão por que isso acontece tem a ver com aquilo que Deus considera ser melhor para nós.
A nossa responsabilidade é sermos persistentes! Ao fazê-lo crescemos em caráter, fé e esperança. A parábola que Jesus contou a partir do v.2, mostra que quem porfia, alcança! Se realmente necessitas de algo, coloca diante de Deus, em oração. Mas o mais importante é conseguirmos desenvolver uma relação de intimidade com Ele.
Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente.” 
Mateus 6:6
Não vejas a oração apenas como um dever ou obrigação, mas como uma necessidade de comunhão íntima e pessoal com Deus.

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