22 de Maio: Deus é digno de ser primeiro e único


“…Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento.” Marcos 12:29,30


Aqui temos a linguagem da lei, expressando os direitos de Deus. O temor devido a Deus, é ordenado por Ele. O AMOR é a fonte natural da obediência voluntária. Além disso, é o mais pessoal de todos os afetos. Alguém pode temer, ter esperança e até alegrarse num acontecimento; mas o amor a Deus tem que ser Único e Exclusivo. O amor é o mais terno, o mais desinteressado, o mais divino de todos os afetos.

Chegamos agora ao Objetivo glorioso: “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus”. O “pois” é importante, porque Deus é Absoluto, Único e Digno. Então AMEMOS A DEUS!
Amar sem duplicidade, sem reservas e sem qualquer limitação. É o amor que envolve a pessoa inteira no seu todo.
É amar com devoção, com calor, com afeto, onde colocamos toda a nossa existência. “Nós o amamos porque ele nos amou primeiro.” 1 João 4:19

Não significa uma devoção cega, nem fanatismo, é amor que pensa, entende e que deseja conhecê-Lo mais e mais. Todas as áreas da nossa vida estão envolvidas e comprometidas neste projeto singular, de “amarmos a QUEM nos amou”.

“Nisto se manifestou a caridade de Deus para connosco: que Deus enviou seu Filho unigénito ao mundo, para que por ele vivamos. Nisto está a caridade: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados.” 1 João 4:9,10

Que resposta daríamos nós a Jesus se Ele nos perguntasse tal como fez a Pedro: “AMAS-ME?”

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