27 de Maio: O impressionante amor de Deus


“Mas Deus prova o Seu amor para connosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” Romanos 5:8


O amor humano tem limites, tem fases, tem condições, tem expectativas. As pessoas, por vezes, amam quando tudo corre bem, quando o outro corresponde, ou quando merece.
Mas o amor de Deus não funciona assim. Ele não ama porque tu és perfeito, Ele ama, porque Deus é amor.

O amor de Deus, não depende do nosso desempenho, não aumenta quando fazemos tudo direito ou certo, não diminui quando falhamos, não desaparece quando nos afastamos ou nos esquecemos de Deus. E também não se “desgasta” com o tempo.
Ele ama-nos antes, ama-nos durante, ama-nos depois.
Ama-nos quando estamos fortes e ama-nos quando estamos quebrados. Ama-nos quando temos fé e ama-nos quando duvidamos. Ama-nos quando corremos para os Seus braços em busca de refúgio e guarida, mas também nos ama quando nos esquecemos Dele e nos escondemos.
O amor de Deus é origem. Ele não nos ama porque mudámos; Ele ama-nos para nos transformar.

“Mas Deus, que é riquíssimo em misericórdia, pelo seu muito amor com que nos amou, estando nós ainda mortos em nossas ofensas, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos).” Efésios 2:4,5

“Mas, agora, em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto.” Efésios 2:13

A Bíblia diz algo extraordinário: Deus nos amou quando estávamos mortos espiritualmente, sem Deus e sem esperança, ou seja, Deus decidiu amar-nos, e através de Jesus, nos reconciliar com Ele. Agora, face a este amor, chegámos tão perto, a ponto de fazermos parte da Família de Deus.

Deus não esperou que fossemos dignos, mas por Sua iniciativa adotou-nos.

O amor de Deus é a única coisa no universo que nunca depende de quem somos, mas sempre depende de quem Ele é.


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