17 de Julho: DISPOSTOS A RENUNCIAR À INFANTILIDADE E À EMOÇÃO

“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” 1 Coríntios 13:11

Acabar com as coisas de menino, deve ser um objetivo pessoal de cada um nós. E para que isso aconteça, temos de nos alimentar convenientemente. O autor da carta aos Hebreus ainda nos fala: “Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite e não de sólido mantimento. Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino.” Hebreus 5:12,13  

Somos chamados a um compromisso pessoal de abandonarmos a meninice, isto é, estarmos dispostos a renunciar a nos movermos apenas pelas nossas emoções, dispostos a renunciar à infantilidade, a renunciar ao melindre, à comparação e à frieza.

Se temos consciência, e se percebemos que muitas vezes reagimos como meninos, que sempre nos estamos magoando com facilidade, que nos comparamos com os outros que servem ao nosso lado, que achamos que estamos a ser rejeitados por sermos confrontados, que estamos a servir como por necessidade de aprovação, o desafio está diante de nós. Decidamos a renunciar a tudo isso para vivermos como obreiros maduros, aprovados por Deus.

Deus chama-nos à maturidade, e para isso queremos ser renovados no poder do Espírito Santo. Queremos maturidade para permanecer firmes, queremos fervor para servir, queremos corações dispostos para obedecer, porque a renovação não é apenas sentirmos algo novo, é decidirmos viver de forma nova.
É dizermos: “Eu não vou mais servir guiado pelas minhas emoções, mas guiado pelo Espírito Santo. Não quero mais ter um comportamento infantil, quero crescer até à estatura completa de Cristo.”

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