13 de Julho: FUNÇAO SEM FERVOR: O perigo da rotina

“Não sejais vagarosos no cuidado; sede fervorosos no espírito, servindo ao Senhor.” Romanos 12:11


O texto alerta-nos para o facto de haver muita gente na igreja com função, mas sem graça e sem unção. Cantamos, mas não ministramos. Recebemos pessoas, mas não as acolhemos, nem apascentamos. Ensinamos, mas há pouca dedicação ao ensino. Servimos, mas sem transbordar em nós qualquer fervor.

Hoje falamos aos que estão ativos na igreja, mas que sentem que o seu coração está mais distante do que antes.
A rotina pode matar o nosso fervor, se não houver uma renovação constante e persistente.
“Fazer por fazer”, “estar por estar”, “servir por obrigação”, são coisas que acabam por esvaziar o sentido do ministério que recebemos de Deus, acabando por nos esgotarmos, ao fazermos o trabalho pela nossa própria força.

Deus não quer apenas servos disponíveis na escala; quer corações renovados, maduros e incendiados pelo Espírito Santo. Disponíveis, sim, mas para serem vasos úteis nas mãos do divino Oleiro.

O chamado a servir a Deus e ao próximo, o “amor em ação”, não precisa de servas e servos apenas disponíveis, mas de corações que querem e que sabem que precisam de ser renovados.

A renovação é voltarmos ao altar, não para uma função vazia, mas para buscar a Presença viva de Deus em nós.
É permitirmos que Deus mexa na nossa motivação, reacenda o fervor e a paixão, e que também restaure a alegria.

Se o nosso serviço se tornou apenas no cumprimento de uma função, hoje somos convidados a deixarmos Deus reacender o fervor. Deus não quer apenas o que fazemos, quer o nosso coração!

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