10 de Julho: INFANTILIDADE ESPIRITUAL: no falar, sentir e pensar

“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.” 1 Coríntios 13:11

O texto mostra que Paulo identificou três fases da infância: falar, sentir e pensar.

A criança fala sem filtro, proclama a sua própria versão, tem sentimentos desgovernados e pensamentos sem profundidade.

Hebreus 5:12-14 diz: “Porque, devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite e não de sólido mantimento. Porque qualquer que ainda se alimenta de leite não está experimentado na palavra da justiça, porque é menino. Mas o mantimento sólido é para os perfeitos, os quais, em razão do costume, têm os sentidos exercitados para discernir tanto o bem como o mal.”  

Esta palavra de Deus fala-nos, quando percebemos que reagimos de forma infantil, que nos magoamos com facilidade, consideramos a correção como rejeição, servimos a Deus esperando o reconhecimento do nosso serviço, comparamo-nos com outros e levamos a mal quando somos confrontados.

A maturidade com renovação é diferente. O obreiro maduro exercita os seus sentidos, procura discernir o bem e o mal, e todas as coisas, por meio do Espírito Santo. O obreiro maduro não se deixa governar pelo coração, aceita o tratamento, suporta processos, permanece fiel, sem aplausos.

A renovação espiritual inclui deixar a infantilidade. Não é perder sensibilidade; é ganhar estabilidade. Deus quer levar-nos da meninice à estatura completa de Cristo.


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