16 de Setembro: QUANDO DEUS TRAZ À SUPERFÍCIE AQUILO QUE TENTAaMOS ESCONDER

“E houve úlceras que arrebentavam em chagas nos homens e nos animais.” Êxodo 9:10

A sexta Praga é profundamente simbólica. Não atingiu o rio, nem a terra, mas o gado e as pessoas. As úlceras são feridas internas que se tornam visíveis na superfície da pele. As chagas são dores escondidas que finalmente vêm à superfície. Deus está a revelar que a libertação não é completa, enquanto as feridas internas não forem tratadas.
O Egito tinha força, estrutura, poder, aparência… Mas por dentro estava doente. E Deus expôs essa doença!

Assim Deus trata connosco. Há dores que carregamos há anos. Há feridas que nunca tratámos. Há marcas que escondemos atrás do nosso esforço, da produtividade, do serviço e da rotina. Há chagas que tentamos maquilhar com ocupação, espiritualidade ou silêncio.
Mas Deus não cura o que escondemos. Ele cura o que Lhe entregamos. E às vezes Ele permite que a ferida venha à superfície para finalmente ser tratada.

A praga das úlceras revela três verdades profundas.
Primeira. Deus expõe para curar. A revelação não é punição, é misericórdia.
Segunda. Deus traz à luz o que nos impede de avançar. Feridas escondidas tornam-se prisões silenciosas.
Terceira. Deus confronta o interior para libertar o exterior. Não basta sair do Egito, é preciso tirar o Egito de dentro de nós e das nossas emoções.

As úlceras atingem homens e animais. Isto é tudo o que representa a vida e o movimento. As feridas internas paralisam. As chagas emocionais travam o propósito divino. As dores escondidas drenam força espiritual.

A sexta praga é Deus a dizer: “Eu quero curar o que está por debaixo da superfície.”
Hoje, Deus pergunta-nos: “Que ferida tens escondida? Eu quero tratar!”
A cura começa quando deixamos Deus tocar onde nos dói!


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