12 de Abril: Desafiados a caminhar da Fé até ao Amor PARTE 12

“...E à temperança, a PACIÊNCIA...”  2 Pedro 1:6

A paciência não é algo que tenha a ver como uma atitude passiva ou submissa, que se resigna ao destino infeliz, como comumente ouvimos: “Que posso fazer? Paciência!”; “Se é o que tem de ser, paciência!”; “Não há, paciência”; “Não há nada a fazer, é assim mesmo!”. A paciência não tem nada a ver com isto, pelo contrário, é uma resistência ativa, alicerçada pela esperança e pela segurança.
A resignação, é o oposto da paciência. A resignação é uma rendição às circunstâncias. A paciência, pelo contrário, leva-nos a permanecer, apesar das circunstâncias nos parecerem adversas.
A paciência é a forma como Job suportou as aflições que lhe sobrevieram. Os seus olhos olhavam mais além do sucedido. Tiago dá testemunho dele.
“Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Job e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” Tiago 5:11  

Quanto à vinda de Jesus, Ele prometeu que viria. O Deus promete cumpre, mesmo que a alguns lhes pareça tardia esta vinda. 2 Pedro 3:3-5,8-10

A paciência é importante para nos mantermos firmes enquanto aguardamos o cumprimento das promessas de Deus. Tiago diz: “Sede, pois, irmãos, pacientes até a vinda do Senhor. Eis que o lavrador espera o precioso fruto da terra, aguardando-o com paciência, até que receba a chuva temporã e serôdia. Sede vós também pacientes, fortalecei o vosso coração, porque já a vinda do Senhor está próxima… Meus irmãos, tomai por exemplo de aflição e paciência os profetas que falaram em nome do Senhor.” Tiago 5:7,8,10

Lembremo-nos de Hebreus10:36: “Porque necessitais de paciência, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, possais alcançar a promessa.”


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