CONSELHOS PRÁTICOS DE ROMANOS 12

8 DE DEZEMBRO
Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal...” Romanos 12:10
 
Não há palavras suficientemente convincentes com as quais Paulo pudesse expressar o ardor daquela afeição que nos deve impulsionar ao amor reciproco. Ele refere-se a esse sentimento como sendo amor fraternal e diz que o mesmo produz uma dedicação muitíssimo pura, que significa o respeito amoroso que existe no seio da família. Este, sem dúvida deve ser o tipo de amor que devemos aos filhos de Deus.
Paulo aos Tessalonicenses escreve: “Quanto, porém, ao amor fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros;” 1 Tessalonicenses 4:9
Convém notar como o amor cordial (cordialidade é aquele que tem a virtude para fortalecer o coração, afetuoso de coração). Só revestida destas características a fraternidade é demonstração contra a figura deste mundo, só nela se superam o fracasso, os reveses e as deceções que leva consigo tudo lo que nós conhecemos como fraternidade que é convivência e união como de irmãos. O amor fraternal gera a Igreja: gera a coesão, comunhão, unidade, ao mesmo tempo não permite que ninguém se sinta excluído. No desenvolvimento normal da vida crista, chega-se ao amor fraternal. 2 Pedro 1:5-8
Segundo o autor da carta aos Hebreus o amor fraternal é para permanecer. “Permaneça o amor fraternal.” Hebreus 13:1
Para que este amor permaneça o mesmo deve estar aprofundado sobre um santo respeito mútuo, na vontade de ver no outro irmão ao qual não se pode exigir nada, mas a quem nós sempre devemos algo. Por favor, LEIA E CONSIDERE, Romanos 13:8

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